Belizario Cumbe

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) recebeu, na manha desta quarta-feira, a visita do Embaixador da República das Filipinas, Gerald Angels, com residência na Pretória. Depois de um encontro de cortesia com o Conselho Directivo da CTA, Angels disse, à imprensa, que esta iniciativa pretende dar continuidade ao encontro que teve lugar em 2018, à margem da FACIM, e o objectivo fundamental é estreitar laços de cooperação empresarial entre os dois países. Ainda de acordo com o diplomata, depois da missão empresarial das Filipinas que escalou o país no ano passado, neste momento o objectivo passa por levar homens de negócios moçambicanos para aquele país asiático. “As Filipinas olham para Moçambique como um país de grande potencial económico. Por há várias áreas identificadas como prioritárias, nomeadamente, agricultura (com enfoque para a produção de arroz), Pesca e Indústria” concluiu. Por seu turno, Noor Momade, presidente do Pelouro de Cooperação Económica e Relações Exteriores, disse na ocasião que entre os vários assuntos discutidos durante o encontro, há que realçar o interesse em explorar o grande potencial turístico que os dois países apresentam. “Queremos que levar turistas moçambicanos para as Filipinas e vice-versa. Afinal de contas estes países possuem um enorme potencial e temos a vantagem de os cidadãos nacionais beneficiarem de isenção de visto na entrada àquele país” acrescentou. Noor concluiu afirmando que está a ser preparada uma missão empresarial para as Filipinas e os sectores da Tecnologias, Agricultura e Saúde serão os mais privilegiados.
O presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, visitou, esta quinta-feira, a Câmara dos Despachantes Aduaneiros de Moçambique (CDA). Acompanhado pelo vice-presidente, Castigo Nhamane, pelo director-executivo Eduardo Sengo, bem como pelo presidente do Pelouro de Política Fiscal, Aduaneira e Comércio Internacional, Kekobad Patel, a visita está enquadrada numa iniciativa que visa o fortalecimento do movimento associativo empresarial. Na ocasião, o presidente da CDA, Dixon Chongo, disse que a visita é uma grande oportunidade para, em conjunto com a direcção máxima da CTA, encontrarem as melhores alternativas para a melhoria do ambiente de negócios no que diz respeito ao desembaraço aduaneiro. Dixon Chongo revelou que neste momento o desafio é procurar garantir que o Governo tenha um mecanismo de integrar todos os intervenientes, no processo de desembaraço aduaneiro, no sistema da Janela Única Electrónica (JUE). ”Vejam que neste momento, em Moçambique, reduzimos o tempo de desembaraço de 21 dias para 48 horas, mas mesmo assim continuamos com um grande desafio porque parte dos intervenientes não estão dentro do sistema” acrescentou. Por seu turno, Kekobad Patel, presidente do Pelouro de Política Fiscal, Aduaneira e Comércio Internacional, afirmou que o objectivo é ”conseguirmos maior facilitação do comércio para vermos se o ranking do país sobre o Doing Business continua a subir e os despachantes aduaneiros estão no circuito desta facilitação”. “Mas também queremos todos os intervenientes no sistema, como são os casos dos ministérios da Saúde. Agricultura e Pescas.Com os primeiro dois já há um trabalho em curso e esperamos ter o sucesso desejado, mas não há dúvidas que teríamos melhores resultados se todos estivessem lá” acrescentou.
Sexta-Feira, 11 January 2019 11:16

mob

Segunda-Feira, 31 Dezembro 2018 10:29

Hati Hati vai colorir os céus da transição

A festa do fim de ano é sinónimo de celebrações acompanhadas de muito fogo-de-artifício. Os moçambicanos não dispensam este condimento fundamental para abrilhantar a celebração dos primeiros momentos do ano novo. Para perceber como funciona esta indústria, a nossa publicação conversou com João Nhambe, director-geral da Hati Hati, uma empresa que há 12 anos fornece fogo-de-artifício a muitos eventos no país. Em primeiro lugar, Nhambe lamentou a proliferação de material pirotécnico em locais não autorizados, bem como o manuseamento inadequado, que na maior parte das vezes resulta em danos materiais e humanos. "Os objectos pirotécnicos devem ser manuseados por técnicos qualificados para o efeito. Não é correcto pessoas embriagadas mexerem com isto porque é daí que resultam acidentes" destacou. Sobre as actividades da empresa, Nhambe diz que esse é o melhor período do ano uma vez que as solicitações chegam a crescer entre 85 e 99%, sendo que as casas de pasto e os hotéis figuram entre os principais clientes. E para não fugir à regra, nesta noite da transição, vários técnicos da empresa estarão espalhados em muitos estabelecimentos para garantirem o show de pirotecnia. "Há alguns anos tínhamos negócio durante todo o ano, uma vez que até os casamentos solicitavam um espectáculo de fogos, mas com a crise que o país atravessa a situação mudou" destacou. Origem do material João Nhambe revelou que na quadra festiva, a Hati Hati chega a movimentar 50 caixas de explosivos, nos eventos onde é solicitada. Trata-se de um material adquirido localmente em casa licenciadas para o efeito. Entretanto, Nhambe lamenta a proliferação de material vindo de países vizinhos e até comercializado em casas não licenciadas.
Moçambique cresceu três posições no índice Doing Business do Banco Mundial (BM) referente ao ano de 2019. Segundo a publicação, o país saiu da posição 138, em 2018, para 135, em 2019. Estes dados revelam um desempenho que vem suplantar as quedas sucessivas registadas nos últimos que levam o Presidente da República, Filipe Nyusi, a convocar um encontro com o sector privado para debater o ambiente de negócios em Moçambique e os elementos por detrás de uma avaliação sempre modesta. O BM aponta para as reformas levadas a cabo nos sectores de electricidade, comércio transfronteiriço e pagamento de impostos como aquelas que ditaram o desempenho em causa. No que diz respeito à obtenção de electricidade, Moçambique voltou a realizar reformas pelo segundo ano consecutivo, resultando numa subida de 50 lugares no ranking do Doing Business neste indicador, tendo o país passado de 150º para 100º. Foi introduzido, por exemplo, um sistema de monitoria e gestão de cortes de energia pela Electricidade de Moçambique (EDM). No comércio transfronteiriço, Moçambique tornou a exportação e a importação mais fácil através da simplificação no cumprimento dos requisitos documentais, e através das melhorias das infra-estruturas na fronteira de Ressano Garcia, na província de Maputo. Por fim, Moçambique também facilitou o pagamento de impostos, tendo reduzindo o tempo de espera obrigatório antes dos contribuintes poderem solicitar o reembolso do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) de doze meses para apenas quatro. "BM reconheceu reformas levadas a cabo nos últimos anos" O Presidente da Camara dos Despachantes Aduaneiros (CDA), Dixon Chongo, diz que o país está de parabéns pela avaliação uma vez que, finalmente foram levadas em conta as reformas realizadas nos últimos anos. "Há três anos que não concordávamos com o relatório uma vez que trazia alguma degradação daquilo que é a imagem do país. E se olharmos para os parâmetros que ditaram esta avaliação, são os mesmos que sempre dizíamos que não estavam a ser reconhecidos" reforçou. Mais. "Nós dizíamos que o fornecimento de energia melhorou, bem como o comércio transfronteiriço, com a inauguração do quilómetro quatro em Ressano Garcia. Veja que poucos países africanos têm uma fronteira com a dimensão da nossa mas os relatórios não traziam essa questão". Entretanto, Dixon Chongo continua a reclamar a ausência de um organismo de monitoramento destes relatórios. Para Chongo, Moçambique só poderá atingir os níveis do Ruanda, por exemplo, se estiver comprometido com a causa. "Precisamos de um ponto focal que interaja com os técnicos do Banco Mundial e que faça o contraditório do relatório antes da sua divulgação" concluiu.
Terça-Teira, 27 Novembro 2018 07:33

Cotur devolve brilho ao Centro de Saúde do Alto Maé

A ministra da Saúde Nazira Abdula procedeu, esta segunda-feira, a entrega do Centro de Saúde do Alto Maé, à cidade de Maputo, depois de seis meses de uma intervenção que culminou com a pintura do edifício, a reabilitação das casas de banho e de todos os serviços, para além da alocação de equipamento hospitalar. As obras, que resultam de uma acção de responsabilidade social da Cotur, maior agência de viagens e turismo do país, custaram cerca de dois milhões de meticais. No acto da entrega, Nazira Abdula congratulou a iniciativa e afirmou que a intervenção deve produzir melhores resultados e criar um impacto positivo na melhoria das condições de atendimento às populações. Afinal de contas, segundo a ministra, esta é a fase em que tem-se registado a eclosão de muitas doenças, entre elas a malária a as doenças diarreicas. Por seu turno, Noor Momade, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Cotur, disse que a iniciativa deve-se à importância que a infra-estrutura tem na materialização do “direito à saúde numa das circunscrições territoriais da cidade capital”. Afinal de contas “para além do capital humano, concretamente pessoal qualificado como sejam médicos, técnicos de saúde, enfermeiros e pessoal administrativo e de apoio que tem encarado o desafio de servir o cidadão numa das áreas fulcrais do ponto de vista de bem-estar de uma nação, o sector da saúde, as condições de trabalho como sejam instalações onde devem funcionar unidades sanitárias, também constituem uma das condições para o funcionamento do nosso Sistema Nacional de Saúde que se pretende eficiente e eficaz” destacou.
Terça-Teira, 27 Novembro 2018 07:33

Cotur devolve brilho ao Centro de Saúde do Alto Maé

A ministra da Saúde Nazira Abdula procedeu, esta segunda-feira, a entrega do Centro de Saúde do Alto Maé, à cidade de Maputo, depois de seis meses de uma intervenção que culminou com a pintura do edifício, a reabilitação das casas de banho e de todos os serviços, para além da alocação de equipamento hospitalar. As obras, que resultam de uma acção de responsabilidade social da Cotur, maior agência de viagens e turismo do país, custaram cerca de dois milhões de meticais. No acto da entrega, Nazira Abdula congratulou a iniciativa e afirmou que a intervenção deve produzir melhores resultados e criar um impacto positivo na melhoria das condições de atendimento às populações. Afinal de contas, segundo a ministra, esta é a fase em que tem-se registado a eclosão de muitas doenças, entre elas a malária a as doenças diarreicas. Por seu turno, Noor Momade, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Cotur, disse que a iniciativa deve-se à importância que a infra-estrutura tem na materialização do “direito à saúde numa das circunscrições territoriais da cidade capital”. Afinal de contas “para além do capital humano, concretamente pessoal qualificado como sejam médicos, técnicos de saúde, enfermeiros e pessoal administrativo e de apoio que tem encarado o desafio de servir o cidadão numa das áreas fulcrais do ponto de vista de bem-estar de uma nação, o sector da saúde, as condições de trabalho como sejam instalações onde devem funcionar unidades sanitárias, também constituem uma das condições para o funcionamento do nosso Sistema Nacional de Saúde que se pretende eficiente e eficaz” destacou.
Sexta-Feira, 23 Novembro 2018 09:39

CPLP precisa do visto de empreendedor

A Organização Nacional dos Empreendedores reuniu, esta quinta-feira, jovens empresários e gestores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para o 1o Dialogo de Empreendedores da CPLP que decorreu sob o lema “Empreendedorismo, Chave do Empoderamento dos PALOP”. No evento, o gestor Ivanilson Machado, que fez parte do painel que falou do “Empreendedorismo como Fenómeno Impulsionador do Desenvolvimento dos Países da CPLP”, juntamente com o empresário Rui Tembe, defendeu a necessidade da criação do visto do empreendedor na comunidade. Para Machado, este instrumento pode facilitar o desenvolvimento de negócios, bem como simplificar a criação de parcerias entre homens de negócios da comunidade. O responsável máximo da Puma Energy, em Moçambique, manifestou ainda o desejo de ver mais missões empresariais entre os países da CPLP, como forma de haver maior divulgação das potencialidades de cada nação. “As dificuldades que os empreendedores enfrentam em Angola e em Moçambique são as mesmas, mas notamos que há falta de informação sobre as potencialidades dos países” concluiu. Por seu turno, Rui Tembe destacou que há muitas oportunidades para os jovens empreendedores na comunidade, mas há falta de atitude. “Os empresários são receosos e para ultrapassarmos este problema, precisamos de programas de indução ao empreendedorismo” disse.
Quarta-feiray, 26 September 2018 09:15

Nasce Câmara de Comércio Árabe-Moçambicana

Foi lançada recentemente, em Maputo, a Câmara de Comércio Árabe-Moçambicana, uma entidade que visa fortalecer as relações comerciais entre Moçambique e os 22 países da Liga Árabe. A criação desta agremiação foi inspirada no reconhecimento da importância, cada vez mais crescente, que este grupo de países tem vindo a desempenhar nas trocas comerciais com Moçambique, bem como na mobilização de investimento. Sérgio Matos, presidente da câmara, diz que este projecto é inspirado no sonho do Presidente da República, Filipe Nyusi, que passa por ter “um Moçambique com um empresariado nacional robusto e competente, fortalecendo as ligações entre empresas de dimensões variadas: dos grandes projectos às micro, pequenas e médias”. Matos lembrou aos presentes, numa cerimónia que contou com a presença do vice-ministro da Indústria e Comércio, que Moçambique, devido a sua localização geográfica manteve sempre trocas comerciais com países Árabes ao longo da sua história, destacando-se neste contexto os entrepostos de Quiloa, Ilha de Moçambique e Sofala, visitados por vários mercadores árabes, incluindo Ibn Battuta. Por essa razão, a cultura e tradições árabes permeiam a identidade cultural dos povos de Moçambique especialmente os que habitam ao longo da costa. É importante realçar que Moçambique tem olhado para o grupo dos países árabes com acrescido interesse devido ao progresso rápido e sustentável que atingiram em termos económicos e sociais, apresentando-se assim como um modelo e fonte de experiências a ter em conta. Ainda de acordo com Sérgio Matos, “o país encontra-se numa fase crucial do seu desenvolvimento, imposto pelas recentes descobertas de recursos petrolíferos e de gás, só para mencionar alguns, o que torna imperioso alargar a contribuição dos parceiros para exploração destas oportunidades de negócios”. Neste contexto, Matos não tem dúvidas que “devido à sua experiência, os países árabes mostram-se como uma fonte da qual Moçambique poderá derivar experiências e recursos para pô-los em prática no seu desenvolvimento”. A cerimónia do lançamento da câmara contou com a presença de membros do Governo, corpo diplomático e empresários.
Terça-Teira, 18 September 2018 07:31

Nyusi inaugura JAT Center

O Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugura esta quarta-feira (19 de Setembro) o empreendimento JAT Center, localizado na baixa de Maputo. Trata-se de uma infraestrutura que incluiu um centro comercial (City Mall), um hotel (Hotel Miliã), um Health Club and Spa, apartamentos e escritórios. O City Mall possui uma área total de 11 mil metros quadrados, dispõe de 56 lojas, que serão ocupadas por diversos bancos, um supermercado, clínicas, restaurantes entre outras tipologias de lojas, estando já garantido mais de 80% de ocupação. Já Hotel Meliã, uma unidade hoteleira de reconhecimento internacional, conta com 172 quartos de luxo, decorados com um design moderno e sofisticado. O Sky Bar situado no topo do edifício proporciona uma vista panorâmica da baía de Maputo. O hotel contém ainda tres modernas e versáteis salas de conferências, para além de dois restaurantes. O complexo tem ainda o LuxCorpus, o mais moderno e sofisticado Health Club and Spa do País e um dos melhores de África. Instalado numa área de 4.500 metros quadrados, LuxCorpus está equipado com os mais recentes e sofisticados equipamentos de ginásio para todo o tipo de treinos. Para quem procura apartamentos, o JAT Center oferece 84 apartamentos, com tipologias: T1, T2, T3 e T4. Há ainda uma área de escritórios dividida em tres edifícios com respectivos parque de estacionamento numa área total de 35 mil metros quadrados, com standards internacionais ao nível da segurança e sistemas de poupança e autonomia de energia e água. A cerimómia de inauguração vai contar com a apresença de 200 convidados, entre empresários, membros do Governo e não só.
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