“Um dos grandes desafios que temos para o próximo ano é a cabotagem marítima” Featured

O Ministro dos Transportes e Comunicações apontou a conclusão do regulamento aduaneiro para a cabotagem como um instrumento fundamental para alavancar o sector. Com 2018 a caminhar a passos lagos para o fim, vários sectores já começam a perspectiva o próximo ano. O Ministério dos Transportes e Comunicações, por exemplo aponta a cabotagem marítima, como um dos principais desafios a seguir em 2019. Com as potencialidades assim como as oportunidades para a exploração do transporte marítimo estão à vista e o governo quer que o próximo ano, seja de tudo por tudo, para fazer deste sector, uma realidade mais expressiva no país. “Um dos grandes desafios que temos para o próximo ano é a cabotagem marítima” explicou o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, instado pela nossa reportagem a perspectivar o ano prestes a chegar. A marinha mercante é um dos projectos que temos em mãos e com o trabalho que temos vindo a fazer com a autoridade tributária, na preparação de um regulamento aduaneiro para a cabotagem marítima, que já está concluído, faltando apenas as assinaturas, existe uma organização perfeita para que a cabotagem inicie o mais rápido possível no próximo ano” disse Mesquita. No sector dos transportes aéreos, o ministro diz que o governo vai continuar a apoiar a LAM, contudo, a companhia de bandeira deve estar preparada para lidar com a concorrência que já está no mercado. “Com a entradas das duas novas operadoras, nomeadamente, a Fastjet e a Ethipian Airways não vem, de maneira nenhuma, deixar em terceiro nem em segundo plano as Linhas Aéreas de Moçambique,” disse Mesquita, garantido que o estado continuará a prestar o apoio necessário. “Vamos continuar a dar o apoio necessário a LAM. É digno reconhecermos que que nos últimos quatro a cinco meses a LAM tem estado a mostrar-se bastante inovadora, facto que podemos ver através dos indicadores dos horários de partida dos voos, e é esta LAM que nós queremos que continue para o futuro, porque se não vai perder o comboio, e não queremos que isso aconteça” explicou Carlos Mesquita. Quanto a 2018, quarto ano do actual ciclo governativo, Mesquita fez uma avaliação positiva das acções implementadas no sector que dirige.
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