Benigno Papelo

A cotação do Brent subiu devido às crescentes tensões com o Irão, que levam os investidores a recear interrupções nos canais de abastecimento de gás e petróleo a partir do Médio Oriente. O preço do barril de petróleo Brent para entrega em setembro encerrou esta segunda-feira, no mercado de futuros de Londres, em alta de 1,23%, para os 63,26 dólares. O crude do mar do Norte, a referência para o mercado europeu, concluiu a sessão no International Exchange Futures a cotar 77 cêntimos acima dos 62,49 dólares com que fechou as transações na sexta-feira. A cotação do Brent subiu devido às crescentes tensões com o Irão, que levam os investidores a recear interrupções nos canais de abastecimento de gás e petróleo a partir do Médio Oriente. O Governo britânico pediu esta segunda-feira a constituição de “uma missão marítima europeia” para proteger os cargueiros que transitem pelo Estreito de Ormuz, depois de na passada sexta-feira as autoridades iranianas terem apreendido um petroleiro de pavilhão britânico.
Setor tecnológico impulsiona Nasdaq e o mercado antecipa que as empresas que vão apresentar os resultados do segundo trimestre aumentem os lucros em 1%. O mercado também espera que a Fed corte as taxas de juro depois da reunião de julho, o que está a impulsionar os índices bolsistas. Os três principais índices da bolsa de Nova Iorque tiveram uma sessão positiva esta segunda-feira, encerrando com ganhos. O S&P 500 subiu 0,29%, para 2.985,20 pontos; o industrial Dow Jones valorizou 0,07%, para 27,172.51 pontos; e o tecnológico Nasdaq avançou 0,90%, para 7.905,12 pontos. O sentimento do mercado está a ser impulsionado pela expectativa de um corte nas taxas de juro, algo que poderá acontecer após a reunião da Reserva Federal norte-americana, marca para os últimos dias de julho. Também as expectativas sobre os resultados trimestrais, que começaram a ser apresentados na semana passada, está a impulsionar os títulos de Wall Street. Esta segunda-feira, destaque para o setor tecnológico. O Facebook subiu 2% e negoceia nos 202,32 dólares por ação. Também os títulos da Alphabet, dona da Google, registaram uma sessão positiva, ao valorizar 0,68% e os títulos estão agora a negociar nos 1.139,21 dólares. A Amazon avançou 1,07% para os 1.985,63 dólares. A rede social apresenta os resultados trimestrais na quarta-feira, enquanto a Alphabet e a gigante do comércio eletrónico apresentam resultados no dia seguinte, na quinta-feira. Fora da frente empresarial, o mercado antecipa com alguma expectativas os cortes nas taxas de juro na Europa e nos Estados Unidos. O Banco Central Europeu reúne esta quinta-feira, e o mercado atribui uma probabilidade de 50% para um corte das taxas de juro em dez pontos base. Cerca de 30% das empresas cotadas no S&P 500 vão apresentar resultados relativos ao segundo trimestre e, segundo a Renitiv, portal de investigação especialista em mercados financeiros, espera-se que os lucros subam até 1%. No fim de julho, a Fed terá uma reunião e o mercado espera que Jerome Powell, o presidente da Reserva Federal, anuncie um corte das taxas de juro de pelo menos 25 pontos base. Nas matérias-primas, o preço do petróleo continua em alta devido às tensões no Médio Oriente que estão a pressionar a oferta do “ouro negro”. Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte, referência para o mercado europeu, sobe 1,55%, para 63,44 dólares. Do outro lado do Atlântico, o West Texas Intermediate, a referência para o mercado norte-americano, está a ganhar 1,06%, para 56,22 dólares.
Terça-Teira, 23 July 2019 07:38

O Nasdaq fabricado na China

O STAR Market é o mais recente índice da bolsa de Shanghai e tanto constitui uma plataforma de financiamento para as ‘startups’ tecnológicas e científicas chinesas, como é ainda um escudo de proteção da tecnologia chinesa contra os ataques norte-americanos. No primeiro dia de negociação, que aconteceu esta segunda-feira, 25 empresas estavam cotadas no novo índice chinês, mas os pedidos de registo já vão em 148. Longe vão os tempos em que o rótulo ‘fabricado na China’ pressuponha um produto de qualidade duvidosa. A China, ao longo das últimas décadas, tem investido no desenvolvimento científico e tecnológico, estando atualmente na linha da frente em diversos campos, como na inteligência artificial, relegando o grande rival norte-americano para planos inferiores. Na indústria tecnológica, as empresas chinesas também têm dado cartas. A Huawei, por exemplo, conseguiu saltar para o pódio das marcas de smartphones mais vendidas no planeta. Além disso, no comércio eletrónico, a Alibaba tornou-se num monstro que rivaliza com a Amazon (embora a empresa norte-americana tenha uma pegada mais internacional do que a empresa chinesa). E na área das FinTech, o selo made in China também tem estado na vanguarda da inovação com a criação dos bancos sem balcões onde até já se utilizam dados biométricos, como o sorriso, para fazer pagamentos. Só o Webank, o banco digital da Tencent, tem cerca de 100 milhões de clientes, mas não tem nenhum balcão. O potencial tecnológico da China foi agora canalizado para a bolsa. Esta segunda-feira marcou o início do mais recente índice bolsista da bolsa de Shanghai, o Sci-Tech innovAtion boaRd, mais conhecido por STAR Market, uma espécie de cópia do índice tecnológico norte-americano, o Nasdaq. Composto por 25 empresas tecnológicas, que atuam em diversos setores, desde a fabricação de chips, passando pela biotecnologia até à inteligência artificial, o dia de estreia do STAR Market foi um autêntico frenesim, com valorizações, de alguns títulos , de 520%. É mais do que provável que, nos próximos meses, mais empresas ligadas à ciência e à tecnologia integrem o STAR Market, uma vez 148 companhias fizeram pedidos de registo para negociar neste índice, pretendendo angariar, no acumulado, 128,8 mil milhões de reminbis (16,7 mil milhões de euros ao câmbio atual). Anunciado há menos de um ano pelo presidente do Partido Comunista chinês, Xi Jinping, o STAR Market não é apenas mais um entre os vários índices que existem em Shanghai. É uma plataforma de investimento para potenciar as startups chinesas, que irá promover o crescimento económico através do financiamento à inovação tecnológica, substituindo a despesa em infraestruturas, noticia o “South China Morning Post”, um diário chinês. Mas mais. No contexto da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, o STAR Market assume-se como um escudo protetor da indústria tecnológica chinesa que tem sofrido golpes duros dos norte-americanos. Como o golpe desferido em maio, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que proibiu a utilização de equipamentos produzidos pela Huawei, que tem investido na rede do 5G. STAR Market: índice mais aberto que a bolsa de Shanghai As regras que regem o STAR Market são mais suaves do que as que regulam a bolsa de Shanghai. Através de um sistema de pedido de registo para a oferta pública de venda, as empresas têm de especificar, no prospecto, os ganhos e as operações. Depois, o regulador de Shanghai estuda os documentos fornecidos e deixará o mercado avaliar as empresas, livremente. Diferente é o processo para a dispersão de capital na bolsa de Shanghai. Neste caso, o regulador obriga as empresas a fornecerem informações sobre como é que vão manter os resultados financeiros a que se propõem depois de entrar em bolsa, sendo que o regulador também pode ter uma palavra a dizer sobre o preço-alvo dos títulos. Além disso, as empresas que pretendem integrar o STAR Market não necessitam de apresentar lucros se alocarem pelo menos 15% das receitas para as áreas de investigação e desenvolvimento ou se tiverem medicamentos ou outros produtos tecnológicos em desenvolvimento avançado. Já a bolsa de Shangai exige que as empresas tenham lucros nos dois anos que antecedem a entrada na bolsa. Também no campo da negociação as regras no STAR Market são menos limitativas do que as da bolsa de Shanghai. No novo índice, os títulos podem ser negociados livremente, durante os cinco primeiros dias de negociação. Mas a partir do sexto dia as empresas só poderão negociar até 20%. Na bolsa de Shanghai, as empresas cotadas podem negociar até 44% das ações desde o primeiro dia no mercado, sendo que o respectivo preço apenas pode variar 10%. A flutuação dos títulos cotados no STAR Market tem limites menos restritivos, podendo subir ou descer até 30%, altura em que o regulador impõe uma suspensão à negociação do título durante dez minutos. Na bolsa de Shanghai, o regulador suspende a negociação dos títulos por um dia que subirem ou descerem 10%.
O governo continua à procura de financiamento para suprir o défice do orçamento para as eleições gerais deste ano, que, segundo dados iniciais, está avaliado em cerca de 50% das necessidades para o processo. Quando faltam pouco menos de três meses para as eleições gerais, o governo ainda não garantiu o financiamento total do processo. Dados iniciais estimavam o custo total do processo eleitoral em 14.6 mil milhões de meticais necessários. Deste valor, o executivo tinha garantido 6.5 mil milhões de meticais, equivalente a 44 por cento, até o primeiro trimestre deste ano, e desde então, procurava apoio para os cerca de oito milhões de défice. O Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, disse este domingo à nossa reportagem, que ainda não está garantido o financiamento do défice. “A Comissão Nacional de Eleições foi revisitar o orçamento. Diminuiu um pouco, mas ainda estamos a negociar parte do financiamento” explicou Maleiane, àsaída de uma audição parlamentar na Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade. Enquanto vai batendo as portas de possíveis financiadores, o governo mantém-se cauteloso e já trabalha com dois cenários distintos. Caso surja um financiamento externo, poderá pedir um orçamento rectificativo, caso contrário, o caminho é sacrificar alguns projectos. “Estamos a trabalhar. Se chegarmos a conclusão de que conseguimos ter um financiador, seria justificável submeter um orçamento rectificativo, caso contrário, vamos ter que encolher de algum lado na despesa” explicou o ministro, apontando o caminho para corte de algumas despesas. “Infelizmente, na despesa não há muito para apertar, tínhamos que sacrificar nalgum investimento que já é pouco, mas como as eleições são, também, um investimento na democratização, teremos que fazer” justificou. Recorde-se que as eleições gerais, que este ano terão como novo elemento, a eleição de governadores provinciais, estão agendadas para o dia 15 de Outubro.
A operadora portuguesa euroAtlantic airways manifestou-se ontem interessada em cooperar com as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) para permitir o regresso da transportadora de bandeira moçambicana ao espaço europeu, via Lisboa. “Temos disponibilidade e interesse de cooperar com LAM neste projeto”, declarou à Lusa, em Maputo, o presidente executivo da euroAtlantic airways, Eugénio Fernandes. O plano da LAM é retomar os voos entre Maputo e Lisboa pelo menos até março do próximo ano, mas antes disso será lançado um concurso para escolher uma operadora para cooperar com a companhia de bandeira moçambicana. É neste contexto que uma delegação da euroAtlantic airways, integrando o presidente executivo da empresa, esteve em Maputo para manter reuniões com LAM e o Governo moçambicano. “No encontro que tivemos com a LAM, apresentámos a nossa companhia, falámos das capacidades técnicas e das nossas vantagens competitivas. Achamos que podemos ser um bom parceiro”, afirmou Eugénio Fernandes, destacando a experiência que a companhia possui no mercado moçambicano. Fundada em 1993 por Tomaz Metello, a euroAtlantic airways já voou para mais de 157 países, tendo aterrado em 700 aeroportos, segundo dados da companhia. Atualmente, realiza voos regulares entre Portugal e outros dois países lusófonos - Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.
O Governo cabo-verdiano aprovou o em conselho de ministros extraordinário realizado na cidade do Mindelo, a lei-quadro criando a Zona Económica Especial para a Economia Marítima de Cabo Verde, cuja sede será instalada na ilha de São Vicente com a previsão de benefícios fiscais, aduaneiros e laborais. De acordo com o ministro da Economia Marítima, José Gonçalves, “Esta lei-quadro cria um regime jurídico com benefícios fiscais, aduaneiros e laborais, que dão corpo às especificidades desta lei que crias as zonas especiais”, indicou o ministro da Economia Marítima, José da Silva Gonçalves referindo ainda que “no caso de São Vicente, o governo trabalhou mais de dois anos nas várias fases, estudo de viabilidade e no planeamento, com equipas nacionais e também com a colaboração do governo chinês”. O diploma sobre a Zona Económica Especial para a Economia Marítima que prevê nomeadamente o apoio da China assim como a instalação da sede no Mindelo num edifício cedido pela Câmara Municipal de São Vicente, deve seguir para o Parlamento em Outubro, altura que deverá ser apresentado uma versão detalhada deste projecto cuja implementação está prevista até 2035.
A consultora FocusEconomics reviu hoje em baixa a previsão de crescimento para Moçambique, para 0,8% este ano, o que representa uma descida de 0,8 pontos percentuais face à estimativa do mês passado. “A economia deverá perder fôlego este ano devido ao impacto devastador dos ciclones Idai e Kenneth; os défices da balança comercial e orçamental deverão alargar-se devido aos custos de reconstrução nas zonas afetadas pelos ciclones, num contexto de manutenção de um elevado peso da dívida, o que prejudica a perspetiva de evolução a curto prazo”, escrevem os analistas. No mais recente relatório sobre as economias africanas, enviado aos investidores e a que a Lusa teve acesso, os analistas antecipam, assim, um crescimento de 0,8% para este ano, o que contrasta com os 1,6% previstos no mês passado, prevendo uma aceleração para 4,4% no próximo ano. Olhando para a primeira metade do ano, a FocusEconomics diz que “a atividade económica quase parou em abril em comparação com a média do primeiro trimestre, principalmente devido à redução da atividade no setor comercial”. O sentimento dos consumidores, ainda que tenha subido, “continua bem entrincheirado em território pessimista em abril e maio, abixo da média do primeiro trimestre”, concluem os analistas, que antecipam uma dívida pública de 114,6% do PIB este ano e de 111,7% em 2021, começnado depois a cair até aos 100,4% em 2023.
A Cervejas de Moçambique (CDM), a mais antiga do setor no país, vai proceder a uma Oferta Pública de Subscrição em bolsa para 36.762.972 novas ações visando o aumento do capital, anunciou a empresa. A oferta destina-se exclusivamente aos acionistas da CDM e a operação será feita na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), refere um comunicado da cervejeira. Para cada 3,3123 ações, cada acionista terá direito a adquirir uma ação, diz a nota, que não especifica o montante que a companhia pretende angariar com a colocação bolsista. A operação vai terminar no próximo dia 08 de agosto, com a alocação e liquidação financeira. Na semana passada, a Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB) anunciou que a percentagem que colocou à venda em bolsa foi aumentada de 2,5% para 4%, devido à forte procura. No total a Oferta Pública de Venda teve a subscrição de 16.787 investidores, tendo sido compradas 1.510.366.810 ações, disse Salimo Valá, presidente da BVM, numa apresentação hoje em Maputo dos resultados. "A operação foi um sucesso, a HCB teve de aumentar a oferta das ações, face à enorme procura", afirmou Salimo Valá.
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) defende que o novo ciclo de investimentos na exploração de gás em Moçambique coloca o país como potencial líder económico regional, mas alerta para a necessidade de "escolhas certas" e da diversificação da economia. "Moçambique está a candidatar-se para ser um líder económico regional, especialmente como porta de entrada da África Austral. Portanto, potencialmente as escolhas certas no campo do gás, acompanhados com escolhas de diversificação económica podem criar uma das maiores histórias de sucesso no continente africano", disse diretor do BAD em Moçambique, Pietro Toigo, em entrevista à Lusa. Para Pietro Toigo, o país deve apostar neste período, que separa os anúncios de investimentos e o início da exploração (previsto para 2024), para investir noutros setores fundamentais, com destaque para a agricultura. "É preciso agir agora. Durante este tempo, é importante investir na industrialização e produtividade da agricultura", acrescentou o diretor do BAD em Moçambique. Pietro Toigo lembra ainda que um dos principais benefícios de ter o gás é o facto de este recurso ter uma "cadeia de valor muito complexa", destacando o seu papel no desenvolvimento e produtividade em diferentes setores industriais. "Há agora muitas oportunidades para utilizar o mesmo gás em várias setores no processo de diversificação económica", declarou o diretor do BAD em Moçambique. Pietro Toigo admite que há desafios, nomeadamente a segurança, em alusão à ação de grupos armados na província de Cabo Delgado, palco dos principais investimentos na indústria de gás, e a crise económica que o país atravessou nos últimos anos. "Há desafios no desenvolvimento de todos países e em Moçambique os desafios são grandes, mas o país tem oportunidade agora de passar para outra etapa de desenvolvimento. É um período histórico", concluiu o diretor do BAD em Moçambique. O anúncio em junho do consórcio que vai operar na área 1 da bacia do Rovuma, norte do país, na exploração de gás natural relançou as expectativas e atenções sobre a indústria extrativa em Moçambique. O consórcio, liderado pela multinacional norte-americana Anadarko, vai fazer um investimento total de cerca de 25 mil milhões de dólares, dedicando-se à extração, liquefação e exportação marítima de gás natural na área. O anúncio de outro investimento do mesmo montante está previsto para o segundo semestre para a Área 4 da Bacia do Rovuma, num consórcio liderado pela Eni e Exxon Mobil.
O director-geral do Aeroporto Internacional de Nacala, José Candrinho, diz que a infra-estrutura está a ter o seu melhor ano desde a sua construção, em 2014. José Candrinho aponta o aumento do número de voos das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) e a entrada da Ethiopian Mozambique como indicadores de que a situação está a melhorar. O Aeroporto Internacional de Nacala é um dos maiores de Moçambique e não tem conhecido o movimento que se esperava. Inaugurado em 2014, só está a ter uma utilização de 4 por cento da sua capacidade, em relação ao que se previa, apesar dos elevados custos, incluindo os de manutenção. A infra-estrutura foi projectada para atender a uma média de 500 mil passageiros e manusear 5 mil toneladas de carga por ano. Até há bem pouco tempo só chegavam ao aeroporto dois voos domésticos por semana, na rota Maputo-Nacala, e dois particulares da mineira Vale Moçambique, todos operados com aviões da construtora brasileira Embraer. A conversão de aeroporto militar para comercial foi feita em 23 meses pela companhia brasileira Odebrecht, com um investimento aproximado entre 125 e 200 milhões de dólares norte-americanos. Entretanto, o presidente da Aeroportos de Moçambique, Emanuel Neves, está esperançado que o aeroporto de Nacala comece a receber voos internacionais este ano, na sequência da reorganização do sistema aero-portuário do país, em resultado da redução para apenas três o número de aeroportos moçambicanos que passam a receber voos internacionais.
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