Benigno Papelo

A internacionalização crescente da moeda da China reforça o interesse de Moçambique em fazer aplicações em yuans, disse em Macau o governador do Banco Central, Rogério Zandamela, no 10.º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas. Zandamela informou que 10% de reservas cambiais do país estão aplicadas na moeda chinesa e salientou o papel cada vez mais preponderante que a yuan tem vindo a assumir como moeda de reserva internacional. O governador sublinhou a sua convicção de que essa tendência vai ser reforçada com a iniciativa “Faixa e Rota”, um projecto de construção de infra-estruturas para ligar a Ásia a Europa e a África. A iniciativa “constitui uma plataforma de promoção da moeda chinesa como moeda global através da modernização das rotas comerciais, com o desenvolvimento de infra-estruturas”, sustentou, citado pela agência noticiosa Lusa. “Não obstante este optimismo, pelo crescente uso do yuan como moeda de reserva internacional, não podemos perder de vista alguns riscos e desafios associados ao [seu] uso”, advertiu, tendo mencionado os riscos associados a um provável agravamento das tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos. Rogério Lucas Zandamela adiantou que um dos desafios para Moçambique passa por fazer crescer o mercado de capitais, que “é relativamente pequeno e novo” e acrescentou “podemos vir a trabalhar com Macau para obter mais financiamento mas também para desenvolver o mercado de capitais.” A edição de 2019 do fórum contou com mais de dois mil empresários, académicos e políticos, dos quais mais de 50 governantes oriundos de 40 países e regiões, num evento promovido sob a orientação do Ministério do Comércio da República Popular da China e do Governo de Macau. O IIICF incluiu 36 fóruns paralelos, exposições, seminários de promoção de projectos e bolsas de contacto, entre outras actividades de negociação comercial, para operacionalizar a cooperação entre os países envolvidos na iniciativa “Faixa e Rota”.
Mais de 10 dias após o @Verdade ter solicitado esclarecimentos ao Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural e a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) sobre a Quota de abate de elefantes em 2019 a ANAC esclareceu que: “(...) de acordo com a Disposição Legal da CITES do ano 2000, Moçambique foi autorizado a fazer a caça desportiva do Elefante através de quotas atribuídas pela convecção, porque entende-se que o país tem população viável da espécie”. “O Elefante (Loxodanta africana) é uma espécie cuja caça é permitida no território nacional, através das licenças Modelo A e F, de acordo com o regulamento de caça aprovado pelo Decreto 81/2017 de 29 de Dezembro. A referida caça deve ser realizada de forma sustentável, recorrendo a instrumentos técnicos e legais em vigor na República de Moçambique”, esclareceu a ANAC. Mais de 10 dias após o @Verdade ter solicitado esclarecimentos ao Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural e a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) sobre a Quota de abate de elefantes em 2019 a ANAC esclareceu que: “(...) de acordo com a Disposição Legal da CITES do ano 2000, Moçambique foi autorizado a fazer a caça desportiva do Elefante através de quotas atribuídas pela convecção, porque entende-se que o país tem população viável da espécie”. “O Elefante (Loxodanta africana) é uma espécie cuja caça é permitida no território nacional, através das licenças Modelo A e F, de acordo com o regulamento de caça aprovado pelo Decreto 81/2017 de 29 de Dezembro. A referida caça deve ser realizada de forma sustentável, recorrendo a instrumentos técnicos e legais em vigor na República de Moçambique”, esclareceu a ANAC.
Mais de 10 dias após o @Verdade ter solicitado esclarecimentos ao Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural e a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) sobre a Quota de abate de elefantes em 2019 a ANAC esclareceu que: “(...) de acordo com a Disposição Legal da CITES do ano 2000, Moçambique foi autorizado a fazer a caça desportiva do Elefante através de quotas atribuídas pela convecção, porque entende-se que o país tem população viável da espécie”. “O Elefante (Loxodanta africana) é uma espécie cuja caça é permitida no território nacional, através das licenças Modelo A e F, de acordo com o regulamento de caça aprovado pelo Decreto 81/2017 de 29 de Dezembro. A referida caça deve ser realizada de forma sustentável, recorrendo a instrumentos técnicos e legais em vigor na República de Moçambique”, esclareceu a ANAC. Mais de 10 dias após o @Verdade ter solicitado esclarecimentos ao Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural e a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) sobre a Quota de abate de elefantes em 2019 a ANAC esclareceu que: “(...) de acordo com a Disposição Legal da CITES do ano 2000, Moçambique foi autorizado a fazer a caça desportiva do Elefante através de quotas atribuídas pela convecção, porque entende-se que o país tem população viável da espécie”. “O Elefante (Loxodanta africana) é uma espécie cuja caça é permitida no território nacional, através das licenças Modelo A e F, de acordo com o regulamento de caça aprovado pelo Decreto 81/2017 de 29 de Dezembro. A referida caça deve ser realizada de forma sustentável, recorrendo a instrumentos técnicos e legais em vigor na República de Moçambique”, esclareceu a ANAC.
O sector de caju em Moçambique está a ponderar o estabelecimento de preços de referência, com vista a salvaguardar os interesses dos produtores. Com efeito, segundo o “DM”, o Instituto Nacional de Fomento do Caju (INCAJU), tal como informou Santos Frijone, funcionário sénior desta instituição, agendou uma reunião anual, a decorrer nos próximos dias no distrito de Gurué, província central da Zambézia, não qual o governo irá definir o indicador da relação de compra e venda da castanha de caju nos campos de produção. Moçambique apenas estabelece preços de referência no sector algodoeiro, e anualmente os representantes dos produtores, governo e outros intervenientes sentam-se à mesma mesa para apresentar e analisar propostas que possibilitam o Executivo fixar o valor que se aproxime às expectativas de todos. Entretanto, na área de caju os preços são liberalizados, o que suscita variadas reacções, sobretudo por parte dos produtores, que se queixam de estar sujeitos a preços fixados pelos comerciantes, que impõem valores da sua conveniência para o alcance de lucros fabulosos. A castanha de caju está entre as culturas agrícolas de alto valor económico no país. Recentemente, os preços aplicados na comercialização situavam-se entre 45 e 50 meticais o quilograma. Estes valores, segundo o “'DM”, não agradam a alguns produtores, que exigem que se pague o dobro, com vista à obtenção de rendimentos reais. Entretanto, o INCAJU, tal como adiantou Santos Frijone, realiza o evento de Gurué pensando nos esforços que visam incrementar os níveis de colheitas nos próximos cinco anos. Para reunir aspectos a ter em conta na formulação da política de preços e estratégia para o aumento da produção e qualidade, as autoridades de tutela contam com a presença de associações de produtores, industriais e parceiros comprometidos com o desenvolvimento do sector de caju.
Segunda-Feira, 03 June 2019 12:40

Metade da profecia está feita e agora?

Para esta semana o tema da guerra comercial deverá manter-se no topo dos catalisadores do movimento em Wall Street, sendo no entanto de ter em conta os ‘non-farm payrolls’ que irão sair na sexta-feira. Um dos mais conhecidos lemas de Wall Street é o “sell in May and go away”, que se refere a algum hábito dos investidores em encaixarem mais valias após um ciclo ascendente de início de ano e antes dos meses de férias, tipicamente mais incertos e com menor volume, para não esquecer a também habitual correcção da reentrada de mercados que costuma ocorrer entre setembro e outubro, altura em que os investidores reentram para aproveitar o tradicional rally de fim de ano. Como é óbvio esta sequência não é sempre uma realidade, mas numa boa parte dos anos a sua estrutura principal mantém-se. Este ano para já metade da profecia está cumprida após os índices norte-americanos terem averbado em maio as primeiras perdas mensais do ano, desde os -6.58% do S&P500, aos -6,69% de recuo do Dow Jones, até aos -7,93% de perda verificados no tecnológico Nasdaq. No S&P500, o principal índice accionista mundial, o pessimismo das últimas semana não só foi o mais elevado desde o Natal, como o mês de maio foi o segundo pior para os Bulls desde 1965, reforçando a ideia de que a parte do vender em ,aio referida no lema, foi seguida à letra. Já a razão para tal desempenho também não é segredo algum, Trump e o ressurgimento das suas tarifas alfandegárias que depois de uma primeira fase mais intensa de retórica com a China, virou os holofotes para a União Europeia e na sexta-feira para o México, ao anunciar uma taxa de 5% para os produtos importados pelos EUA do seu vizinho a sul, subindo esse valor gradualmente para os 25% até que o problema da imigração ilegal de cidadãos vindos do México seja resolvido. Ameaça que pesou fortemente no sector automóvel empurrando os títulos da General Motors e da Ford para quedas de -4,25% e -2,26% respectivamente, pressionando igualmente o sector dos retalhistas de produtos não essenciais que recuou -1,44%. Contudo, nem os bons dados económicos que saíram nos EUA sobre os gastos dos consumidores e da inflação foram suficientes para impedir um dia de vermelho carregado, onde apenas os sectores ultra refúgio, como as utilities e imobiliárias escaparam ao vermelho. Uma procura por segurança que foi também visível no mercado cambial e das matérias primas, com o Yen a disparar 1,1% contra a moeda norte-americana para os 108.48, ao passo que o metal precioso adicionou 1,3% ao seu valor para os 1,304 dólares por onça. Destaque para as yields da dívida dos EUA a 10 anos que continuaram a cair, desta feita para mínimos de quase dois anos nos 2,13%, enquanto que as obrigações soberanas da Alemanha. para a mesma maturidade. atingiram o seu juro mais baixo de sempre nos -0,2%. Para esta semana o tema da guerra comercial deverá manter-se no topo dos catalisadores do movimento em Wall Street, sendo no entanto de ter em conta os non-farm payrolls que irão sair na sexta-feira. O gráfico de hoje é do WTI crude, o time-frame é de 1 hora. O crude norte-americano que perdeu mais de 5% na sexta-feira, quebrou de forma violenta a linha inferior do canal descendente (linhas azuis), o que revela fraqueza adicional do activo.
A petrolífera francesa Total, que este ano deverá entrar nos megaprojetos de gás natural liquefeito (GNL) de Moçambique, anunciou a aquisição da produção da multinacional Toshiba nos EUA. O contrato prevê que a Total acrescente 2,2 milhões de toneladas por ano (mtpa) de GNL à sua produção mundial, num negócio em que deverá ainda receber 800 milhões de dólares da Toshiba. "A aquisição do ‘portfólio’ da Toshiba está alinhada com a estratégia da Total de se tornar um grande interveniente de GNL com um portfólio global", disse Philippe Sauquet, dirigente da empresa para o setor. A Anadarko, empresa que lidera o consórcio de exploração de gás na Área 1 do Norte de Moçambique (com uma participação de 26,55%), deverá ser este ano adquirida pela Occidental que, por sua vez, prevê vender a participação moçambicana à Total. As três empresas já confirmaram os acordos e anunciaram estar a trabalhar para a concretização do negócio. A produção na Área 1 deverá arrancar em 2024 com 12,88 mtpa de GNL. A Total apresenta-se como "o segundo maior interveniente global privado do setor do gás natural liquefeito" com 21,8 milhões de toneladas geridas em 2018 e participações em fábricas de liquefação no Qatar, Nigéria, Rússia, Noruega, Omã, Egito, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Austrália, Angola e Iémen.
O governo moçambicano angariou um bilião e duzentos milhões de dólares para a reconstrução pós-ciclones Idai e Kenneth, respectivamente no centro e norte do país. O valor, que corresponde a cerca de um terço das estimativas de Maputo, será disponibilizado por um grupo de organizações e países parceiros de desenvolvimento de Moçambique, que participou numa conferência específica, na cidade de Beira. Fazem parte desse grupo a União Europeia, Nações Unidas, Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial e Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). Entre os países doadores constam Portugal, Alemanha, Reino Unido, Suécia, Noruega, Bélgica, Itália, França, Áustria, Espanha, Japão, e Guiné-Equatorial, por sinal o único do continente africano. Os Estados Unidos da América, maiores doadores de Moçambique, consideraram prematuro anunciar a sua contribuição. Os valores, tal como foi anunciado na conferência que terminou hoje, serão desembolsados a partir deste mês. Promessa de auditoria Inicialmente o governo pretendia mobilizar 3.2 mil milhões de dólares para a reconstrução de estradas, hospitais, escolas e habitações destruídos pelos ciclones que fustigaram o país num intervalo de um mês. “Este valor visa o processo rápido de reconstrução resiliente, para relançar a economia e a sociedade” disse Francisco Pereira, director-executivo do Gabinete de Reconstrução Pós-ciclones ao anunciar as doações. Pereira disse que um plano, com projectos prioritários, será desenhado para atender a reconstrução. Ele prometeu auditoria trimestral às finanças do processo. “A gestão das doações será de tolerância zero a corrupção”, disse Francisco Pereira, acrescentando que os doadores mostraram interesse em financiar áreas de sua competência, ou seja, onde já implementam as suas acções. Os valores serão investidos nas áreas de protecção social, agricultura e segurança alimentar, nutrição, habitações resilientes e energia. Nyusi enaltece a solidariedade Ao encerrar a conferência de doadores, o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, enalteceu a solidariedade nacional e internacional, por “estimular o renascimento da esperança de vida” das vitimas dos ciclones. “Os ciclones testaram a nossa capacidade de resposta e solidariedade (nacional e internacional) e a situação coloca à prova a nossa governação” disse Nyusi, que apelou o urgente desembolso das doações e a respectiva simplificação dos métodos de injecção. Nyusi recordou também que os dois ciclones “destruíram mais de metade de um século de trabalho”. As duas calamidades mataram cerca de 650 pessoas. O governo moçambique diz também, que após estas calamidades, um milhão e novecentas mil pessoas, cerca de 7% da população do país, passa a viver dependente de assistência humanitária.
O Banco Mundial (BM) nomeou o etíope Nathan Belete como novo diretor de operações para Cabo Verde e Guiné-Bissau, substituindo a norte-americana Louise Cord, que cessa funções no final deste mês, anunciou a instituição. Além de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, Nathan Belete, que é especialista em desenvolvimento rural terá ainda sobre a sua responsabilidade o Senegal, a Gâmbia e a Mauritânia. Nathan Belete inicia funções em 01 de julho e fica baseado no Senegal, substituindo a norte-americana Louise Cord, que a 30 de junho termina o seu mandato de quatro anos. Belete entrou para o Banco Mundial em 2000, tendo exercido vários cargos, incluindo o de especialista em agricultura para a China e Índia. Liderou ainda a área do desenvolvimento sustentável nas regiões da África Ocidental e na Indonésia, bem como, mais recentemente, foi responsável pelo setor agrícola na região da Ásia e Pacífico, baseado em Hanoi, no Vietname. Formado em gestão de Negócios Internacionais pelo Messiah College da Pennsylvania, Estados Unidos, tem um mestrado da Escola de Agricultura e Ciências da Vida pela Universidade de Cornell, em Nova Iorque, onde estudou como bolseiro do Instituto Africano de Desenvolvimento. Antes de entrar para o Banco Mundial trabalhou nos Estados Unidos e em África para organizações como a World Vision ou a Unicef.
A disputa comercial está inclusive a penalizar o petróleo, cujo preço caminha para mínimos de seis meses. A cotação do barril de Brent está a tombar 2,88%, para 63,45 dólares. A Bolsa de Nova Iorque, à semelhança das praças europeias e asiáticas, está a ser assombrada, no início da sessão desta sexta-feira, por um novo ímpeto na guerra comercial, que motiva receios de uma desaceleração económica à escala global. Desta vez, o alvo dos Estados Unidos da América foi o México. A partir do próximo dia 10 de junho, a todos os bens mexicanos será imposta uma taxa alfandegária de 5%, numa resposta ao aumento da imigração ilegal. É neste contexto político-económico que os três principais índices de Wall Street estão pintados de ‘vermelho’ e a ser marcados por quedas significativas. O Dow Jones recua 1,21% (para os 24.861,65 pontos). Na mesma linha, o alargado S&P 500 perde 1,22% (para os 2.752,85 pontos) e o tecnológico Nasdaq cai 1,42% (para os 7.460,15pontos). Também o Russell 2000 desvaloriza (-1,62%, para os 1.461,31 pontos). “A contribuir para o sentimento negativo nos mercados, estão também os dados da manufatura industrial chinesa, que saíram abaixo dos 50. Valores abaixo dos 50 indicam contração da economia”, afirma Carla Maia Santos, responsável de vendas da corretora XTB, em research de mercado. Em termos macroeconómicos, os analistas do Bankinter lembram também que o indicador de sentimento industrial da Fed de Richmond para maio “surpreendeu pela negativa, com uma queda no índice composto para +5 versus +7 esperado e +3 do mês anterior”. “Por componentes, a debilidade deste dado ocorreu principalmente devido à capacidade Utilizada que foi de -2, com as restantes componentes a apresentar valores positivos”, apontam. A disputa comercial está inclusive a penalizar o petróleo, cujo preço caminha para mínimos de seis meses. A cotação do barril de Brent está a tombar 2,88%, para 63,45 dólares, enquanto a cotação do crude WTI tomba 2,95%, para 54,92 dólares por barril. “Nenhum dos dados positivos sobre a economia [norte-americana] está a ajudar os preços, enquanto qualquer valor ligeiramente dececionante coloca o barril sob uma pressão considerável”, sublinharam os especialistas do alemão Commerzbank, em declarações à agência “Reuters”. No mercado cambial, nota para a apreciação de 0,22% do euro face ao dólar (1,1155) e para a desvalorização ligeira de 0,18% da libra perante a divisa dos Estados Unidos (1,2583).
Segunda-Feira, 03 June 2019 05:55

Euronext consolida oferta sobre bolsa norueguesa

A maior praça financeira europeia declarou que a sua oferta para tomar o controlo desta bolsa nórdica é incondicional. A Euronext confirmou há minutos que conclui a ‘due diligence’ sobre a Oslo Børs VPS, a bolsa norueguesa. A maior praça financeira europeia declarou ainda que a sua oferta para tomar o controlo desta bolsa nórdica é incondicional. Desta forma, os accionistas da Oslo Børs que venderam as suas participações durante esta oferta da Euronext, a um preço de 158 coroas norueguesas (cerca de 16 euros ao câmbio atual). O período desta oferta terminou hoje às 18 horas, CET – Tempo Central Europeu, 17 horas em Portugal Continental. O prazo para concretizar toda a operação deverá ocorrer em 14 de junho de 2019. Na próxima semana, a Euronext deverá comunicar os resultados da oferta, em que espera obter o controlo total da Oslo Børs VPS. A Euronext é a plataforma bolsista líder à escala europeia, na Zona Euro, abrangendo mercados como a Bélgica, França, Irlanda, Holanda, Portugal e Reino Unido, com um total de 1.300 emitentes avaliados em cerca de 3,5 milhares de milhões de euros.