Belizario Cumbe

Terça-Teira, 18 September 2018 07:31

Nyusi inaugura JAT Center

O Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugura esta quarta-feira (19 de Setembro) o empreendimento JAT Center, localizado na baixa de Maputo. Trata-se de uma infraestrutura que incluiu um centro comercial (City Mall), um hotel (Hotel Miliã), um Health Club and Spa, apartamentos e escritórios. O City Mall possui uma área total de 11 mil metros quadrados, dispõe de 56 lojas, que serão ocupadas por diversos bancos, um supermercado, clínicas, restaurantes entre outras tipologias de lojas, estando já garantido mais de 80% de ocupação. Já Hotel Meliã, uma unidade hoteleira de reconhecimento internacional, conta com 172 quartos de luxo, decorados com um design moderno e sofisticado. O Sky Bar situado no topo do edifício proporciona uma vista panorâmica da baía de Maputo. O hotel contém ainda tres modernas e versáteis salas de conferências, para além de dois restaurantes. O complexo tem ainda o LuxCorpus, o mais moderno e sofisticado Health Club and Spa do País e um dos melhores de África. Instalado numa área de 4.500 metros quadrados, LuxCorpus está equipado com os mais recentes e sofisticados equipamentos de ginásio para todo o tipo de treinos. Para quem procura apartamentos, o JAT Center oferece 84 apartamentos, com tipologias: T1, T2, T3 e T4. Há ainda uma área de escritórios dividida em tres edifícios com respectivos parque de estacionamento numa área total de 35 mil metros quadrados, com standards internacionais ao nível da segurança e sistemas de poupança e autonomia de energia e água. A cerimómia de inauguração vai contar com a apresença de 200 convidados, entre empresários, membros do Governo e não só.
O director-geral da Puma Energy Moçambique, Ivanilson Machado, foi considerado uma das 100 Pessoas mais Influentes do Mundo de Descendência Africana (MIpad, na sigla em inglês), com menos de 40 anos. Nascido a 01 de Março de 1979 em Luanda, Angola, Ivanilson conta que recebeu a informação há quatro meses, quando a organização do MIpad queria a sua autorização para inclui-lo na lista. “Quando recebi a informação fiquei feliz, afinal de contas é um reconhecimento de extrema importância para qualquer jovem profissional. Todo o reconhecimento que venha de fora da nossa zona de conforto é, para mim, muito importante e quando esse reconhecimento é de âmbito internacional, é surreal” disse. Formado em Relações Internacionais e Ciências Políticas pela Universidade Autónoma de Lisboa, Machado acrescenta que a distinção enriquece o seu currículo e revela que “como líder faço questão, sempre que a minha agenda permite, de participar em fóruns, palestras, direccionadas, principalmente, para a camada jovem”. Por isso, recentemente, foi orador num fórum sobre Energia na Cambridge University para jovens africanos há pouco tempo foi moderador, em Maputo, do Mozambique CEO´s Entrepreneurship Summit 2018. Em Agosto passado, Ivanilson machado, foi nomeado presidente, para Moçambique, e Vice-presidente, para Africa Austral, do Instituto Choiseul (que é o que elabora o ranking dos lideres económicos africanos com menos de 40 anos). A Vice-presidência para Africa Austral inclui países como Angola, Zâmbia, Moçambique, Malawi, Namíbia, Botswana, Zimbabwe, Africa do Sul, Lesotho e Swazilândia e o seu papel será identificar novos líderes africanos nos próximos anos nesses países e criar network entre todos eles. É importante destacar que o gestor está em Moçambique desde finais de 2016 e veio exclusivamente para liderar a filial da Puma Energy no país. Na lista que distingue Machado, fazem parte ainda personalidades como Meghan Markle (mais novo membro da família real britânica), Lupita Nyongo (primeira actriz queniana-mexicana a ganhar um Óscar), Lewis Hamilton (quatro vezes campeão do mundo de Fórmula 1), Trevor Noah (humorista e apresentador sul-africano), Usain Bolt (antigo velocista jamaicano, multicampeão olímpico e mundial), Taís Araújo (actriz brasileira), entre outras.
Sexta-Feira, 31 August 2018 09:17

Cotur vence SAA Award 2017

A aposta da agência, neste momento, é ser reconhecida a nível internacional, segundo Muhammad Abdullah, CEO da companhia. A Cotur, a maior agência de viagens e turismo em Moçambique, venceu a South African Airways Agent Award 2017. Numa cerimónia que teve lugar esta quinta-feira, em Maputo, a transportadora sul-africana, voltou a entregar o prémio à Cotur, como acontece desde a criação do South African Airways Agent Award em Moçambique. Esta distinção cimenta a liderança da agência, comandada pelo empresário Noor Momade, num mercado que conta com mais de 30 agências de viagens e que é cada vez mais competitivo e exigente. No momento da recepção do galardão, Muhammad Abdullah, CEO, da Cotur dedicou o prémio ao fundador da agência, Vali Hassam, e afirmou que a distinção é uma forma de ver reconhecido o trabalho levado a cabo pela Cotur e, sobretudo, valoriza a estratégia definida pela empresa. “O prémio mostra que a nossa estratégia está a funcionar e sentimo-nos desafiados a promover cada vez mais serviços de qualidade e queremos atingir a excelência a nível mundial” disse Muhammad Abdullah. É que, para Abdullah, a Cotur tem sido totalista em quase todas as distinções a nível nacional e recentemente foi considera, pela Transportadora Aérea Portuguesa (TAP), como a maior promotora desta companhia em África, por isso aposta neste momento é atingir a excelência e ser reconhecida a nível mundial.
Tânia Tomé vai participar no evento de reconhecimento do MIpad em Setembro próximo, na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos da América. A empreendedora e economista Tânia Tomé foi considerada uma das 100 Personalidades mais Influentes do Mundo de Descendência Africana (MIpad, na sigla em inglês). A iniciativa, reconhecida pelas Nações Unidas distingue jovens, com menos de 40 anos, envolvidos nos sectores público e privado que desenvolvem acções que têm em vista o desenvolvimento do continente africano. Tânia Tomé, Líder Africana pelo Barack Obama Initiative, foi distinguida juntamente com outras figuras de dimensão mundial. Entre diversos nomeados do mundo constam Meghan Markle, Wakanda Actor (mais novo membro da família real britânica), Lupita Nyongo (primeira atriz queniana-mexicana a ganhar um Óscar), Lewis Hamilton (quatro vezes campeão do mundo de Fórmula 1), Trevor Noah (humorista e apresentador sul-africano), Usain Bolt (antigo velocista jamaicano, multicampeão olímpico e mundial) entre tantos outros. Multifacetada Tânia Tomé, economista, empreendedora, activista, escritora, coach, personalidade televisiva, brand ambassador e CEO da Ecokaya foi escolhida pelo seu trabalho activo na sociedade e de empoderamento em diversos campos nomeadamente sociais, empreendedorismo, liderança, coaching, palestras e cultural em diversos locais do mundo. Sobretudo influenciando e mobilizando pessoas a mudança. Tem realizado palestras em Moçambique, EUA, Nigéria, Kenya, Africa de Sul, Cabo Verde, e tantos outros no mundo tendo recentemente sido a primeira moçambicana, com residência fixada no país, a participar num Tedx realizado fora de Moçambique. É, igualmente, uma das africanas mais premiadas em todas áreas em que se envolve, e recentemente foi considerada pela revista sul-africana Tropics African Doer 2017 e nomeada numa lista 365 africanos mais influentes. É jovem Africana Lider pela Iniciativa do Presidente americano Barack Obama, e Prémio Académico Portugal Africa pelo Presidente Português Mário Soares entre tantos outros. Na lista fazem parte uma serie de programas de coaching e liderança que têm vindo a formular para imponderar pessoas e empresas, incluindo o aplicativo SuccePluz do Google Play com parceiras com entidades de Cabo Verde e Africa de Sul, e o conceito Succenergy desenvolvido pela mesma. É embaixadora da iniciativa de empreendedorismo africana Africa Challenge Accepted da AbInbev/CDM, foi porta-voz da AnJE, e Presidente da Mesa de Juri da Competição de Planos de Negócios da Associacao de Empreendedores ONE; Madrinha do Procjeto Economia da Cultura; Madrinha de Graduação da Politécnica; Membro do Presidium e Palestrante do Instituto Focus entre tantos outros projectos. Tomé é também Madrinha da Escola Comunitária de portadores de deficiência e tem vindo a participar a mais de 15 anos em actividades socio-humanitárias e é presidente da Associação Cultura e Educação para o Desenvolvimento. Como escritora autora seu livro esgotou em Moçambique e no Brazil walmart e é publicado em distribuido no mundo bem como as Antologias em Angola, Portugal, EUA, China, Mongólia,e tantos outros países. O livro é referência bibliográfica da Pós-graduação em Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tânia Tomé é Licenciada em Economia, Pós-graduada em Auditoria e Controlo de Gestão, Certificada em Empreendedorismo e Projectos de Investimento pela Certform, e foi bancária por mais de 13 anos. Mais informação: www.instagram.com/taniatomeofficial
O governo sul-africano pretende cortar os laços diplomáticos com Israel em protesto contra o tratamento do povo palestino, segundo o ministro da Ciência e Tecnologia do país, Naledi Pandor. "O partido da maioria concordou que o governo deve cortar os laços diplomáticos com Israel, tendo em vista a ausência de iniciativas genuínas de Israel para garantir uma paz duradoura e uma solução viável de dois estados que inclua plena liberdade e democracia para o povo palestino", disse. Os comentários foram feitos em resposta ao líder da oposição, Kenneth Meshoe, que argumentou que era decepcionante que as autoridades nacionais e provinciais na África do Sul recusassem a ajuda das empresas israelenses para enfrentar a actual crise da água no país. No entanto, a proposta foi aplaudida por parlamentares e Pandor, que deverá ser nomeada vice-presidente no novo Gabinete de Cyril Ramaphosa, recebeu uma ovação de pé quando saiu do pódio. A decisão do governo foi ainda confirmada na conta oficial do Twitter do Parlamento sul-africano. A África do Sul tem sido um aliado firme da luta palestina e regularmente falada contra as atrocidades cometidas pelo governo israelita. No mês passado, o representante da África do Sul na ONU disse ao Conselho de Direitos Humanos que Israel é o "único estado do mundo que pode ser descrito como um estado de apartheid", poucos dias depois que o partido do Congresso Nacional Africano (ANC) convocou o governo ministros para fortalecer as restrições de vistos do país com Israel. No ano passado, o governo também decidiu rebaixar a Embaixada da África do Sul em Israel para um escritório de ligação e advertiu Tel Aviv por torcedores de lista negra dos movimentos de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), que incluíam personagens proeminentes do ANC.
O governo da Jordânia exigiu que Israel congelasse o Protocolo de Paris sobre Relações Económicas, parte dos acordos de Oslo na década de 1990 que restringiu severamente a economia palestina, a fim de aumentar as exportações da Jordânia para os mercados palestinos, informou o ministro jordano da Indústria, Comércio e Abastecimento, Yarub Qudah. Esperava-se que o protocolo de 1994 fosse um acordo provisório de cinco anos entre Israel e a Autoridade Palestiniana (PA) que conferisse a Israel um controle quase completo sobre a economia do território palestino ocupado, incluindo o controlo de todas as fronteiras do território, a cobrança de impostos sobre importação e IVA sobre todos os produtos. O jornal árabe, Alghad, informou recentemente que, durante as conversas com empresários jordanos, Qudah disse que o Ministério da Indústria e do Comércio da Jordânia começou a se concentrar no aumento das exportações para os mercados palestinos. Qudah disse que as autoridades israelitas exigiram que passassem por negociações trilaterais entre palestinos, jordanos e Israel. No entanto, o governo da Jordânia continuou a insistir em congelar completamente o protocolo antes de iniciar qualquer negociação comercial. Qudah observou que as exportações israelitas para os mercados palestinos ultrapassaram 3,8 biliões de dólares, enquanto as exportações da Jordânia para o território são estimadas em menos de 100 milhões de dólares. Uma vez que os impostos representam um pedaço tão grande da economia Palestina, as autoridades israelitas podem enviar rapidamente o território ocupado para o caos financeiro como um meio efectivo de controlo político.

A África do Sul é o primeiro país da região austral do continente africano a responder à medida de Donald Trump. Porém, outro país do continente negro, a Guiné Bissau, já havia reagido.

O Congresso Nacional Africano (ANC), o partido no poder na África do Sul, recentemente, reduzir a sua embaixada em Israel para um escritório de ligação, em resposta às polémicas mudanças políticas do governo norte-americano naquele país do médio oriente.

A agência oficial de notícias da Wafa informou que a decisão foi tomada directamente em resposta à decisão do presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e de mover a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém.

"Para dar nossa expressão prática de apoio aos povos oprimidos da Palestina, o ANC decidiu por unanimidade dirigir o governo da SA para que rebate imediatamente e incondicionalmente a Embaixada da África do Sul em Israel para um Escritório de Ligação", sustenta o comunicado.

O ANC disse que sua mudança "enviaria uma mensagem clara a Israel que existe um preço a pagar por seus abusos em direitos humanos e violações do direito internacional".

Enquanto isso, de acordo com Wafa, o embaixador da Palestina na África do Sul, Hashem Dajani, congratulou-se com o movimento como "uma decisão importante", expressando a esperança de encorajar outros poderes internacionais a seguir a liderança da África do Sul.

A decisão de Trump sobre Jerusalém foi seguida por uma condenação internacional e aumentou a tensão nos territórios palestinos ocupados.

Desde a sua decisão, 10 palestinos foram mortos pelas forças israelitas, enquanto outras pessoas foram feridas e presas.

Há uma semana, o embaixador da Palestina em Moçambique,  Fayez Abdul Jamal, desafiou a Organização das Nações Unidas (ONU) e os países europeus a reconhecerem o Estado da Palestina. Os países islâmicos e a Guiné Bissau já deram um passo importante, ainda esta semana a ONU poderá tomar a sua decisão, que se advinha que seja favorável a Palestina.  

 

Depois do anunciou de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos de América (EUA) de reconhecer Jerusalém como capital de Israel o mundo está a se posicionar contra a decisão e a favor da Palestina.

O Governo da Guiné-Bissau reafirmou, em comunicado de Conselho de Ministros, que mantém o princípio de reconhecimento dos Estados de Israel e da Palestina e que vivam de forma pacífica. O documento sublinha que o Governo guineense analisou "o impacto" das declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a transferência da embaixada daquele país para Jerusalém" e "as consequências que daí poderão advir" para o processo de paz no Médio Oriente.

Por sua vez, a organização para a Cooperação Islâmica (OIC), grupo que reúne 57 países de maioria muçulmana, recentemente, o reconhecimento de Jerusalém Oriental como a capital da Palestina. A medida foi tomada em reunião extraordinária convocada pelo presidente da TurquiaRecep Erdogan.

“Pedimos a todos os países que reconheçam o Estado da Palestina, e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada”, lê-se o comunicado assinado pela organização, que se declara como “a voz colectiva do mundo muçulmano”.

Na resolução, o grupo pede que a ONU intervenha para “acabar com a ocupação israelita” e assume o compromisso de “um plano de paz justo e compreensivo baseado na solução de dois Estados”.

O presidente da Autoridade PalestinaMahmoud Abbas, também se manifestou na cúpula, e declarou a saída da Palestina dos Acordos de Oslo e outros posteriores envolvendo israelenses e palestinos. “A decisão sobre Jerusalém nos liberta de todo acordo que tenhamos assinado”.

 

 

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, anunciou, no dia seis de Dezembro corrente, o reconhecimento de Jerusalém como a capital do Estado de Israel e ordenou a transferência da embaixada americana para a cidade santa.

Trata-se de uma decisão que ignorou os alertas dos líderes internacionais que temiam o rompimento da convenção internacional e o retrocesso no processo de paz no Médio Oriente.

Em conversa com a revista Capital, o embaixador da Palestina em Moçambique,  Fayez Abdul Jamal, reagiu a este episódio que, na sua opinião, é ilegal e vai na contramão do direito internacional.

“Este anúncio mostra as garantias que Trump precisava dar a Israel. Mas ao mesmo tempo viola as garantias acordadas entre os EUA e a Movimento de Libertação da Palestina de não reconhecer Jerusalém como capital de Israel” revelou.

Ainda de acordo com Abdul Jamal, com a decisão, o conflito deixa de ser político e passa a tomar um carácter religioso uma vez que Jerusalém é uma cidade importante para os muçulmanos, cristãos e judeus.

O mais importante ainda, é que depois desta decisão “os Estados Unidos deixam de ser um mediador credível para o conflito”. Por isso “nós convocamos as nações unidas e todos os países europeus para reconhecer o estado da Palestina, com sua capital em Jerusalém oriental, mediante as fronteiras anteriores a 04 de Junho 1967, antes da Guerra dos Seis dias, como forma de desafiar a decisão de Donald Trump” afirmou.

O embaixador,  Fayez Abdul Jamal, acrescentou que Jerusalém é capital religiosa, cultural e nacional da Palestina e a colonização do território palestino, por parte de Israel, é reconhecida por 180 países e todos eles têm o compromisso de não reconhecer esta decisão.

“Nós acreditamos que todos os países amigos e que respeitam o direito internacional vão desafiar esta decisão, uma vez que o silêncio pode ser sinónimo de consentimento. A palestina está a trabalhar a todos os níveis para impedir que esta decisão avance” concluiu.

 

A AVITUM reconheceu o esforço empreendido pelas autoridades nacionais para a melhoria do ambiente de negócios no sector do turismo e não só. Por via disso, a agremiação distinguiu Silva Dunduro, David Simango e Iolanda Cintura durante a sua gala anual. Os antigos dirigentes, Carvalho Muária e Fernando Sumbana, também, mereceram a distinção.

 A Associação dos Agentes de Viagens e Operadores Turísticos de Moçambique (AVITUM) juntou parceiros, membros do Governo e antigos dirigentes para fazer o balanço do ano que agora termina.

Numa gala bastante concorrida, que contou a presença do ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, do presidente do Município de Maputo, David Simango, da governadora da mesma urbe, Iolanda Cintura, bem como dos antigos ministros do Turismo, Fernando Sumbana e Carvalho Muária, a AVITUM usou da ocasião para, igualmente, assinalar a passagem dos 15 anos da agremiação.

Noor Momade, presidente da AVITUM, afirmou, na ocasião, que o ano de 2017 “continuou para os agentes económicos actuando no sector turismo, de uma forma geral, caracterizado por um misto de oportunidades, realizações e desafios”.

Ou seja, para o responsável, os associados da AVITUM não passaram ao lado da instabilidade económica que o país vive desde 2015 e que promete permanecer, embora em menor escala, em 2018.

Porém, ainda de acordo com Noor Momade, os agentes de viagens e operadores turísticos continuarão ”a realizar todas as acções necessárias para tornar real o sonho de fazer do turismo uma indústria em Moçambique, com vantagens cada vez maiores para a economia por via da elevação da contribuição do sector na criação de postos de trabalho, na geração da riqueza, no Produto Interno Bruto e, em última análise, no desenvolvimento económico sustentável”.

O responsável revelou que a agremiação acrescento ainda que a agremiação tem vindo a trabalhar para a remoção de alguns obstáculos para melhorar o ambiente de negócios, como receita fundamental para materializar o objectivo do Gorno ao eleger o turismo como um dos pilares de desenvolvimento em Moçambique.

Na ocasião, Silva Dunduro realçou o papel da AVITUM na promoção do turismo em Moçambique, mas desafiou os agentes a multiplicarem as suas acções com vista garantir que a contribuição do sector nas contas nacionais alcance os níveis desejados.

Agostinho Vuma, presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), usou a ocasião para congratular a Cotur por ter sido distinguida como o melhor promotor da TAP em África. Segundo Vuma, esta iniciativa orgulha o país e o empresariado nacional e desafiou as outras agências a se agigantarem para alcançarem o mesmo patamar.

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