Xerox rasga acordo de 6 milhões com Fujifilm

Xerox rasga acordo de 6 milhões com Fujifilm

Carl Icahn e Darwin Deason. Carl Icahn e Darwin Deason, que detêm 15% da Xerox, opuseram-se à operação de cerca de 5 mil milhões de euros por considerarem que iria subestimar a empresa norte-americana. A tecnológica Xerox anunciou que pôs fim à venda à japonesa Fujifilm após ter fechado um acordo com os investidores Carl Icahn e Darwin Deason. Carl Icahn e Darwin Deason, que detêm 15% da Xerox, opuseram-se à operação de 6,1 mil milhões de dólares (cerca de 5 mil milhões de euros), por considerarem que iria subestimar a empresa. A Fujifilm já contestou a decisão “unilateral” da Xerox e sublinhou que não acredita que “a Xerox tenha o direito legal de rescindir o contrato”. “Estamos a rever todas as nossas opções disponíveis, inclusive uma ação”, explicou a firma japonesa. A 31 de janeiro, a Fujifilm celebrou um contrato de 6 mil milhões de dólares com a norte-americana Xerox para incluir esta última na empresa que têm em conjunto: a Fuji Xerox, sediada no Japão. As empresas previam que a transação tivesse um impacto positivo a médio a longo prazo no lucro consolidado da Fujifilm assim que a nova Fuji Xerox se tornasse numa subsidiária consolidada. Os acionistas da Xerox iriam receber um dividendo de 2.500 milhões de dólares, aproximadamente 9,80 dólares por ação (cerca de 8 euros). A Xerox e a Fujifilm esperavam que esta sinergia gerasse, pelo menos, 1,7 mil milhões de dólares de poupanças de custos anuais totais até 2022, com aproximadamente 1,2 mil milhões de dólares (aproximadamente 1,4 mi milhões de euros) em poupança de custos totais até 2020.
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