Estágio operacional e financeiro da HCB  é considerado estável

Estágio operacional e financeiro da HCB é considerado estável Featured

O actual estágio operacional e financeiro da empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa, sedeada na vila do Songo, província de Tete, é considerado estável não obstante os reajustamentos pontuais efectuados na produção, devido a fraca queda pluviométrica que provocou a seca no vale do Zambeze. O facto foi revelado, há dias no Songo, por Pedro Couto, presidente do Conselho de Administração daquele maior empreendimento de produção de energia hidroeléctrica ao nível da região austral da África. Couto acrescentou que, apesar da situação hidrológica originada pela seca resultante do fenómeno El Nino, que originou uma ligeira queda dos níveis do caudal exigido para os padrões de produção da empresa, o Conselho de Produção foi a tempo de reformular o seu programa o que possibilitou o alcance de níveis desejáveis de geração de energia desde o ano passado até ao último trimestre do ano em curso. “HCB continua saudável e acabamos de fechar o relatório de contas que vai à assembleia geral dos accionistas da empresa. Tivemos resultados positivos o que indica que a saúde operacional e financeira é boa e estável’, disse Pedro Couto. Referiu, entretanto, que após os reajustamentos do plano de produção realizados desde o ano passado, a direcção da HCB irá este ano, continuar a trabalhar com quatro dos cinco grupos geradores, uma produção que permite gerar uma funcionalidade eficiente e com resultados económicos e financeiros positivos como se reflecte até agora. “Infelizmente a falta de chuva continua a prevalecer na região e este ano a queda foi abaixa das expectativas e terminada a época ficamos com uma quota de 320 metros, o que é ainda insuficiente”, disse. O Conselho de Administração da empresa HCB espera que com a gestão de recursos hidrológicos, a tendência da queda pluviométrica se normalize entre 2018 e 2019 o que poderá melhorar o nível de água armazenada na albufeira para que a produção de energia eléctrica seja a desejada. “Esperamos que não haja uma deterioração da situação hidrológica, para ganharmos uma estabilidade e melhorar a nossa produção a partir deste ponto onde ainda estamos’’, afirmou. De referir que durante o primeiro trimestre deste ano, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa atingiu uma meta de produção de 3.433.504 MWh o que representa uma superação em 1.61 por cento do planificado.
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