Guiné Bissau e países islâmicos avançam a favor da Palestina

Guiné Bissau e países islâmicos avançam a favor da Palestina

Há uma semana, o embaixador da Palestina em Moçambique,  Fayez Abdul Jamal, desafiou a Organização das Nações Unidas (ONU) e os países europeus a reconhecerem o Estado da Palestina. Os países islâmicos e a Guiné Bissau já deram um passo importante, ainda esta semana a ONU poderá tomar a sua decisão, que se advinha que seja favorável a Palestina.  

 

Depois do anunciou de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos de América (EUA) de reconhecer Jerusalém como capital de Israel o mundo está a se posicionar contra a decisão e a favor da Palestina.

O Governo da Guiné-Bissau reafirmou, em comunicado de Conselho de Ministros, que mantém o princípio de reconhecimento dos Estados de Israel e da Palestina e que vivam de forma pacífica. O documento sublinha que o Governo guineense analisou "o impacto" das declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a transferência da embaixada daquele país para Jerusalém" e "as consequências que daí poderão advir" para o processo de paz no Médio Oriente.

Por sua vez, a organização para a Cooperação Islâmica (OIC), grupo que reúne 57 países de maioria muçulmana, recentemente, o reconhecimento de Jerusalém Oriental como a capital da Palestina. A medida foi tomada em reunião extraordinária convocada pelo presidente da TurquiaRecep Erdogan.

“Pedimos a todos os países que reconheçam o Estado da Palestina, e Jerusalém Oriental como sua capital ocupada”, lê-se o comunicado assinado pela organização, que se declara como “a voz colectiva do mundo muçulmano”.

Na resolução, o grupo pede que a ONU intervenha para “acabar com a ocupação israelita” e assume o compromisso de “um plano de paz justo e compreensivo baseado na solução de dois Estados”.

O presidente da Autoridade PalestinaMahmoud Abbas, também se manifestou na cúpula, e declarou a saída da Palestina dos Acordos de Oslo e outros posteriores envolvendo israelenses e palestinos. “A decisão sobre Jerusalém nos liberta de todo acordo que tenhamos assinado”.

 

Ler 81 vezes Última modificação em Segunda-Feira, 18 Dezembro 2017 09:11
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