167 mil pessoas cruzaram as fronteiras nacionais durante a  Páscoa

167 mil pessoas cruzaram as fronteiras nacionais durante a Páscoa

Cerca de 167 mil pessoas cruzaram as fronteiras nacionais durante a “Operação Páscoa”, no período compreendido entre 28 de Março a 8 de Abril do corrente ano, anunciaram, esta segunda-feira, as autoridades do sector, citadas pela AIM, durante a cerimónia de encerramento da operação. Esta cifra representa um aumento de dois porcento comparativamente a igual período do ano passado, quando cruzaram fronteiras nacionais, mais de 164 mil pessoas. No mesmo período foi registado um movimento global de 59.266 viaturas, sendo 31.115 à entrada e 28.151 à saída. O posto fronteiriço de Ressano Garcia foi o que registou o maior número de viajantes, com um total de 115.500 pessoas. A porta-voz do Serviço Nacional de Migração, Cira Fernandes, explicou que o pico de movimento de entradas ocorreu no dia 29 de Março, com um total de 17.327 viajantes, tendo o pico de saída ocorrido a 2 de Abril, com 23.844 viajantes. Outros pontos de grande movimento são a fronteira de Machipanda na província de Manica e de Cuchamano, em Tete. “Em Machipanda, na província de Manica, tivemos um fluxo 11.638 viajantes e Cuchamano em Tete tivemos um fluxo de 10.220 viajantes”, disse Cira Fernandes. O director do Serviço Nacional de Migração, Ambrósio Urbano, que também esteve presente no evento, exprimiu a sua satisfação, afirmando que o objectivo da Operação Páscoa foi um sucesso. “O objectivo principal da operação tinha em vista a facilitação do movimento e desembaraço migratório, incluindo veículos automóveis e garantir a ordem, tranquilidade e segurança públicas”, explicou. A operação também tinha por objectivo a “redução do tempo de desembaraço e, sem prejuízo de formalidades legais, o controlo migratório e aduaneiro, bem como assegurar a prestação de melhores serviços no atendimento público”. Integravam a “Operação Páscoa” elementos do Serviço Nacional de Migração (SENAMI), das Alfandegas de Moçambique, da Polícia da República de Moçambique (PRM), da Administração Nacional de Estradas (ANE), do Instituto Nacional dos Transportes Terrestres (INATER), entre outros.
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