Benigno Papelo

Carlos Ghosn é suspeito de ter reportado um valor salarial inferior ao que efectivamente recebeu. A suspeita de fraude fiscal levou o presidente da Nissan Motor a prestar declarações em Tóquio e arrisca-se a ser efectivamente detido. As acções estão a afundar. As autoridades japonesas suspeitam que o "chairman" da Nissan Motor, Carlos Ghosn, tenha declarado rendimentos inferiores aos que efectivamente auferiu. O responsável está a ser ouvido pelas autoridades e, de acordo com a imprensa japonesa, arrisca-se a ser detido por suspeitas de fraude fiscal. As autoridades japonesas realizaram buscas na sede da Nissan, bem como noutros locais relacionados com a fabricante de automóveis, de acordo com o jornal japonês Asahi, citado pela Reuters. Outros meios de comunicação dizem que o responsável foi mesmo detido. Ghosn, além de "chairman" da Nissan, é também presidente executivo da Renault. Entretanto a Nissan comunicou que vai pôr um fim ao mandato de Ghosn como "chairman", depois de ter descoberto que o responsável usou dinheiro da empresa para fins pessoais, além de ter cometido vários outros actos graves de má conduta. A Nissan revelou as suspeitas através de um relatório, depois de uma investigação nos últimos meses a alegadas práticas impróprias praticadas por Ghson e por um outro alto representante da Nissan, Greg Kelly. "A investigação mostrou que ao longo de vários anos Ghosn e Kelly declararam rendimentos inferiores aos valores reais à Tokyo Stock Exchange, de forma a reduzir o montante declarado de Ghosn", revela a Nissan num comunicado, citado pela Reuters. A fabricante revelou ainda que o CEO da Nissan, Hiroto Saikawa, vai avançar com uma proposta para que o conselho de administração afaste os dois responsáveis. Estas suspeitas estão a provocar quedas acentuadas nas acções das duas cotadas. A Renault está a afundar mais de 13%, negociando em mínimos de 2014. Já a Nissan está a perder mais de 7%, no mercado alemão, igualmente para mínimos de 2014. A Reuters realça que os accionistas da Renault aprovaram, em Junho, um prémio de 7,4 milhões de euros a ser distribuído a Ghosn pelos resultados de 2017. Além deste valor, o responsável terá recebido 9,2 milhões de euros no último ano enquanto presidente executivo da Nissan (2017).
Segunda-Feira, 19 Novembro 2018 11:36

A solução da Google para levar internet a África

O objetivo da empresa é proporcionar às populações das zonas mais isoladas do continente africano acesso a rede de alta velocidade. Levar internet para as zonas mais remotas do continente africano tem sido um desafio bastante complicado. Várias empresas já tentaram, com estratégias que variam de drones a satélites, e falharam. No entanto, os responsáveis do projeto Loon, em desenvolvimento desde 2011 pela Alphabet, empresa da Google, estão confiantes no sucesso. Para já consiste em lançar na estratosfera balões de ar com antenas, com o objetivo de difundir sinal de internet. A tecnologia vai ser utilizada para fornecer serviços online nas áreas centrais do Quénia, onde a cobertura é muito difícil de alcançar devido à dificuldade de construir antenas em certos terrenos agressivos ou pela baixa densidade populacional de algumas regiões. O sinal será transmitido pelo ar, através dos balões de hélio a 18 km de altitude sobre o planeta. A empresa explica que cada balão consegue fornecer cobertura de internet a cerca de 3.200 km quadrados, mantendo-se a flutuar durante meses. A Google apresenta assim uma forma pouco convencional de fornecimento de sinal LTE 4G, que espera negociar com outras operadoras. Ainda que possa parecer uma solução de fácil implementação, na prática é um desafio colocar o sistema em funcionamento. Isto porque os balões não têm sistema de propulsão, sendo controlados pela força do vento. O desafio é identificar as correntes de vento nas diferentes altitudes, para que o balão possa apanhar a boleia certa para seu destino. “Os primeiros balões voaram apenas um dia, depois uma semana. Agora estão no ar mais de 100 dias consecutivos e o nosso balão recorde atingiu os 198 dias”, disse Alastair Westgarth, diretor da Loon, à Bloomberg.
Com a produção de petróleo nos Estados Unidos em máximos, os analistas prevêem que na reunião da OPEP em Viena no início de dezembro, os membros do grupo decidam cortar o output em mais de um milhão de barris por dia. Os preços do petróleo abriram esta semana em alta, impulsionados pela possibilidade do cartel OPEP cortar a produção para combater os efeitos da oferta excessiva no mercado e que tem contribuído para uma queda a pique nas cotações desde o início de outubro. O preço do barril de Brent sobe 0,93% para 67,34 dólares e o de WTI dispara 1,31% para 57,32 dólares. Com a produção de petróleo nos Estados Unidos em máximos, os analistas prevêem que na reunião da OPEP em Viena no início de dezembro, os membros do grupo decidam cortar o output em mais de um milhão de barris por dia. “Os investidores estão focados nos eventuais cortes na produção discutidos pela OPEP e os seus aliados, com a Rússia a falar de um nível de 70 dólares [por barril]”, referiu Hong Sungki, a trader na sul-coreana NH Investment & Securities Co, à agência Bloomberg. “O mercado espera que a OPEP dite a direção e tome o papel de produtor decisivo de novo, mesmo numa altura em que a produção norte-americana está a subir”. Nos EUA, o número de plataformas de produção de petróleo em atividade subiu para 888 na semana passado, o nível mais elevado desde março de 2015, segundo dados da consultora Baker Hughes.
A mineradora brasileira Vale vai desenvolver projetos de avicultura, horticultura, pesca, criação de cabritos e produção de ração, que deverão beneficiar mais de 16 mil famílias residentes em Moatize e ao longo do corredor logístico de Nacala. A revelação foi feita pelo gerente das relações com as comunidades e instituições da mineradora, Horácio Gervásio. Horácio Gervásio destaca a parceria com as organizações não-governamentais de base para o sucesso do trabalho, bem como alguns desafios existentes durante o exercício das actividades com a comunidade. Relativamente a produção, a empresa espera atingir, este ano, uma produção de 13 milhões de toneladas de carvão, contra os 11 milhões do ano passado.
Estabelecimentos comerciais em Maputo ouvidos ontem, 16, pela Lusa temem os prejuízos que podem sofrer com a paralisação da rede de caixas automáticas e de pagamentos com cartão (POS) do país. "Ainda é cedo para avaliar o impacto no número de clientes, mas não foram poucos. Se este problema continuar, vai deixar-nos numa situação complicada", disse à Lusa, Abel Manjate, gerente de um bar e restaurante na avenida 24 de Julho, uma das principais de Maputo. Noutro restaurante do centro da cidade, a solução encontrada foi, logo à entrada, afixar um aviso com letras garrafais, dando conta de que não se aceitam cartões bancários para pagamentos. "Não tínhamos outra alternativa. O problema é geral. Há clientes a voltarem para trás porque não têm dinheiro vivo e não podem pagar com o cartão", disse André Mário, gerente do estabelecimento, acrescentando que é fundamental que o problema seja rapidamente resolvido para evitar prejuízos. "Este problema calha numa sexta-feira: um dia que habitualmente é muito movimentado. Espero que seja resolvido porque pode gerar prejuízos", frisou. Na rua, o desespero é maior, sobretudo para quem saiu de casa apenas com cartão e sem dinheiro na carteira. "Estou a tentar tirar dinheiro da caixa automática desde as primeiras horas do dia e não consigo. É a terceira vez que venho para este ATM [caixa multibanco] e nada. Esperava que por esta altura o sistema estivesse a funcionar", disse Amélia Mavota, cliente de um dos bancos que faz parte da Sociedade Interbancária de Moçambique (Simo). A empresa gestora da rede única de pagamentos eletrónicos moçambicana confirmou hoje, em comunicado, a paralisação do serviço, mas sem detalhes sobre a origem do problema e sem indicar quando deverá estar resolvido. A Lusa contactou diferentes fontes no setor, mas nenhuma tem certeza sobre qual é a falha em causa. As únicas caixas automáticas que ainda funcionam pertencem ao banco Millennium Bim, constatou a Lusa nas ruas de Maputo. Nas caixas automáticas da instituição, ao longo da 24 de julho, as enchentes eram notáveis, e muitas pessoas só no local constatavam que os levantamentos estão disponíveis só para quem tem conta naquele banco. Fonte do setor explicou à Lusa que o Millenium Bim utiliza uma outra forma de interligação com as caixas automáticas e POS, independente da rede SIMO. O banco BCI e o Moza já anunciaram, entretanto, que vão ter os balcões abertos durante o sábado de manhã para permitir que os clientes possam realizar levantamentos.
Cinco organizações não governamentais de Moçambique anunciaram hoje que vão recorrer às Nações Unidas e ao G20 no seguimento das notícias que dão conta de que o regulador financeiro britânico desvalorizou a investigação sobre a dívida oculta. A decisão da Financial Conduct Authority (FCA), noticiada na semana passada pelo Financial Times, “é mais uma evidência de que a comunidade internacional não vai responsabilizar os seus próprios bancos, que são responsáveis pela dívida” de duas empresas públicas moçambicanas. O documento enviado às redações é assinado pelo Fórum de Monitoria do Orçamento, Observatório do Meio Rural, Centro de Integridade Pública, Instituto de Estudos Sociais e Económicos; e Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil, cinco organizações representativas da sociedade civil moçambicana. O grupo anuncia que, para além de entrar em contacto com os reguladores e governos da Suíça, Reino unido e Estados Unidos, vai recorrer à ONU e ao G20 para “registar as preocupações de que que a conduta dos reguladores pode não estar a apoiar a Agenda para o Financiamento do Desenvolvimento, tal como foi definido no plano de ação” que foi aprovado em Adis Abeba. “Questionamos agora a sinceridade do Reino Unido e de outros doadores, e duvidamos do seu empenho real na boa governação em Moçambique, porque a comunidade internacional considera que só os líderes e o povo de Moçambique são responsáveis por esta dívida, e exoneram os que estão por trás dela”, lê-se no comunicado. A decisão do regulador financeiro britânico, que segundo o FT, resolveu desvalorizar a investigação criminal, passando-a a uma investigação regulatória, sem direito a pena de prisão, e apenas uma sanção ou multa, “está em linha com outras organizações internacionais e agências de doadores, que deixaram de exigir transparência na questão das dívidas secretas”. Muito críticos da atuação do Credit Suisse e dos bancos envolvidos na transação, estas organizações moçambicanas dizem que “os processos de ‘compliance’ e de risco [do banco] são inadequados e contribuíram para a crise da dívida moçambicana”, e acrescentam que devido à subida do endividamento por parte dos países mais pobres, nomeadamente na África subsaariana, “a falta de sanções à conduta do Credit Suisse vai contribuir para a manutenção de um comportamento predatório por parte desses bancos, para a promoção da instabilidade no sistema financeiro e para o desencorajamento de empréstimos responsáveis”.
A moeda angolana voltou hoje a depreciar-se frente à europeia, transacionando-se a 352,127 kwanzas/euro, e manteve-se inalterável desde sexta-feira face à norte-americana, indicam dados do Banco Nacional de Angola (BNA). Segundo o banco central, a moeda angolana, após ter atingido, há semana e meia, o pico de 354,726 kwanzas/euro, apreciou-se segunda e quarta-feira, primeiro para 352,084 kwanzas/euro e, depois, para 350,182 kwanzas/euro, mas voltou a cair, primeiro para 351,350 kwanzas/euro (sexta-feira) e hoje para 352,127 kwanzas/euro. Desde janeiro deste ano, quando se transacionava a 185,40 kwanzas/euro, a moeda angolana já se depreciou 47,348%. Em relação à moeda norte-americana, a angolana apreciou-se muito ligeiramente, passando dos 310,693 kwanzas/dólar para os 310,682 kwanzas/euro na sexta-feira, mantendo uma depreciação de 46,594% desde janeiro, quando valia 165,92 kwanzas/dólar. No mercado paralelo, a moeda europeia continua a transacionar-se entre os 440 e 460 kwanzas/euro e a norte-americana entre os 380 e 410 kwanzas/dólar. Acabadas as sessões de venda trissemanais de divisas em leilão aos bancos comerciais, iniciadas a 09 de janeiro último, o BNA está desde 01 deste mês a proceder a operações diárias, tendo indicado que, em novembro, pretende colocar no mercado primário 850 milhões de dólares (732,75 milhões de euros). Antes, em setembro, o BNA anunciou que, a partir de 01 de outubro, deixaria de proceder à venda direta de divisas, pelo que as solicitações de compra de moeda estrangeira voltaram a ser unicamente apresentadas aos bancos comerciais autorizados. Na ocasião, o BNA referiu ter, no âmbito da normalização do funcionamento do mercado cambial, retomado a venda de moeda estrangeira nos leilões de divisas sem indicação específica das operações ou importadores para os quais os fundos devem ser vendidos pelos bancos comerciais. Segundo o BNA, o sistema ajustado de vendas diretas permitiu que o banco central angolano tivesse um entendimento mais preciso da metodologia necessária para a proteção das reservas internacionais e emitisse regulamentação e orientações aos bancos comerciais adaptados a esse objetivo. Com esse sistema, o BNA assegurou ainda a alocação imparcial das divisas no pagamento dos atrasados e a atenuação das perceções negativas dos clientes sobre os critérios de seleção dos beneficiários aplicados pelos bancos comerciais. O BNA entende agora que, após o período de maior intervenção, com o mercado cambial atualmente mais bem regulamentado e com maior regularidade na oferta de moeda estrangeira, estavam criadas as condições para que sejam novamente os bancos comerciais a realizarem a alocação de moeda estrangeira aos seus clientes. No exercício das suas responsabilidades de supervisor e de autoridade cambial, o BNA comprometeu-se a trabalhar junto das instituições financeiras, para que esta transição seja bem-sucedida e ocorra sem quaisquer impactos negativos na atividade económica do país.
Teve lugar, na última sexta feira, no Hotel Meliã, a 3ª Gala do Empreendedor, organizada pela Associação Nacional de Jovens Empreendedores (ANJE), com o principal intuito de celebrar e premiar indivíduos e instituições que se tenham destacado na promoção do empreendedorismo e espírito empreendedor, em Moçambique, durante o ano de 2018. Na ocasião, a presidente da ANJE, Juscelina Guirengane, visivelmente ansiosa para revelar os vencedores das 10 categorias, começou por detalhar os objectivos da gala e alguns critérios de selecção. “Para nós, a Gala do Empreendedor é um momento de celebração, mas acima de tudo de reconhecimento de pessoas e instituições a quem consideramos empreendedoras, pelas acções que desenvolvem, capacidade de alinhar e cumprir uma missão pelo seu investimento para que mais moçambicanos possam tornar-se empreendedores e pela forma como as suas histórias influenciam e estimulam, comportamentos e atitudes dos jovens”, afirmou. Guirengane disse ainda que espera, para além da celebração, um estímulo de maiores e melhores ligações entre diferentes grupos da sociedade que culminem com uma cultura empresarial mais inclusiva, sustentável e competitiva. Eis a lista dos 10 vencedores: Empresa Empreendedora- Cervejas de Moçambique Universidade Empreendedora – Universidade Eduardo Mondlane Catalizador Empreendedor - Adea Mozambique Diplomata Empreendedor - Embaixada da Holanda Empresário Empreendedor - Nuno Momade Mulher Empreendedora - Márcia Mapossa Jovem Empreendedor - Arcélio Tivane Anjo Empreendedor - Momade Zainadine Governante Empreendedor - Nyelete Mondlane Parceiro Empreendedor - Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo
Segunda-Feira, 19 Novembro 2018 11:21

Metical com ganhos ligeiros face ao euro

O metical registou ganhos ligeiros face ao euro na última semana, de acordo com as taxas de câmbio diárias divulgadas pelo banco central. Durante a última semana, o euro foi comprado no país a uma média de 68,15 meticais, 52 centavos mais barato do que na semana anterior, enquanto a venda foi feita em média a 69,50 meticais, ou seja, 53 centavos mais caro. Em relação ao dólar, cada unidade da moeda norte-americana foi comprada em média, na última semana, a 60,38 meticais, enquanto a venda foi feita, em média, a 61,56 meticais, ou seja, com variações marginais.
“Está longe de ser certo que a maioria dos deputados vote a favor do acordo”, sublinha a agência de notação financeira norte-americana. A Moody’s fez saber que o acordo entre a União Europeia (UE) e o Reino Unido sobre os termos do Brexit “é positivo para uma série de emissores de dívida, mas permanecem vários desafios”, de acordo com o relatório da agência de notação financeira norte-americana, publicado esta quinta-feira. O conselho de ministros britânico aprovou na quarta-feira, ao fim da tarde, dia 14 de novembro, o “rascunho do acordo” de saída do Reino Unido da UE. O acordo foi conseguido ao fim de longas horas de negociações no governo britânico, com a primeira-ministra, Theresa May, a sublinhar que este documento, aprovado “coletivamente”, é “o melhor que podia ser negociado”. Hoje, a Moody’s publicou um relatório cujo autor, Colin Ellis, o diretor de crédito da agência para a região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), afirma que “os desenvolvimentos no Parlamento do Reino Unido serão cruciais e, em última análise, o valor do acordo de retirada depende de se a primeiro-ministro Theresa May consegue persuadir a maioria dos deputados a apoiá-la numa votação parlamentar.” Contudo, o responsável da Moody’s afirma que o acordo é “um passo positivo no caminho de um Brexit negociado, embora o fim do processo esteja longe”. Se ratificado, a seguir ao acordo haverá o chamado “período de transição”, entre abril de 2019 e o final de 2020, durante o qual a UE e o Reino Unido negociariam uma futura relação para entrar em vigor em 2021. No entanto, esse acordo terá,ainda, de ser aceite pelos deputados do do Reino Unido e de Bruxelas e também pelos governos dos Estados-membros. O problema reside na hipótese de Theresa Maya não conseguir reunir apoio parlamentar em Londres, para o primeiro rascunho do acordo de Brexit.”Se o parlamento do Reino Unido não apoiar o acordo, então – na ausência de novos desenvolvimentos – a UE e o Reino Unido caminharão para um Brexit sem compromisso padrão”, sublinha o Colin Ellis. “O que teria consequências negativas significativas para uma série de emissores”, conclui. Observando a composição do parlamento britânico, a Moody’s diz que “está longe de ser certo que a maioria dos deputados vote a favor do acordo”. A provar isso está o debate desta manhã, em Londres, onde a primeira-ministra Theresa May enfrentou o parlamento britânico para falar do Brexit, após serem conhecidas sete renúncias de membros do governo. De facto, no debate desta manhã, a imprensa britânica deu conta que 84 deputados ‘Tories‘, a fação mais conservadora do Partido Conservador, que é o partido do governo, admite votar contra o primeiro rascunho do acordo para Brexit, anunciado por May. Também Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista, afirmou que o acordo da primeira-ministra britânica é um mau acordo. E sobre a própria May poderá surgir uma moção de censura.Brexit Nos mercados, o destaque recai sobre a forte queda da Libra face às demissões de governantes e ao acordo anunciado por May. Pelas 11h00, a libra desvalorizava 1,51% para 1,131 euros, depois de ter recebido em alta o pré-acordo do Brexit apresentado pela primeira-ministra britânica.
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